Uma semana desde a votação do #Impeachment de Dilma Rousseff e os acontecimentos de seus bastidores ainda dão o que falar. Esse é o caso do deputado federal Jean Wyllys, defensor do tal ideal de ‘democracia e respeito’ e que cuspiu em Jair Bolsonaro gratuitamente, sendo criticado por meios de comunicação, parlamentares e por internautas.

A atitude do deputado BBB, é tão grave e repudiável, que além de correr o risco de ser cassado pelo Conselho de Ética da Câmara, ainda foi criticado por muitos que ele diz defender e representar: os homossexuais.

No decorrer da semana, muitos gays e lésbicas usaram as redes sociais para deixarem claro que o socialista não lhes representa e que a postura que o mesmo passou não tem nada a ver com a condição sexual das pessoas, sendo o comportamento de Jean, inadmissível.

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Uma dessas pessoas que chamaram a atenção já é conhecida e possui quase 230 mil seguidores em sua página oficial do Facebook. Seu nome e Karoline Eller, ou só Karol para os mais íntimos.

A moça demonstrou maturidade e inteligência ao repudiar a atitude de Jean e ainda não ser mais uma ‘Maria vai com as outras’, conhecendo Jair Bolsonaro e estudando a história do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, considerado torturador, entretanto, nunca condenado pela justiça em última instância por falta de provas, uma vez que as únicas supostas provas existentes eram de pessoas que disseram ter sido torturadas, sendo que algumas delas, mudaram seus depoimentos com o passar dos anos. Seu processo continua parado na justiça, conforme a viúva do coronel afirmou em entrevista essa semana.

Karol também engatou uma campanha para que internautas assinem um abaixo-assinado no Change.org contra a cassação de Jair Bolsonaro.

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Assista o desabafo de Karol:

Esclarecimentos

Vale salientar que independente de alguém apoiar ou não a política de Bolsonaro, a verdade é que sua conduta não foi de apologia à tortura, pois este não induziu ninguém a ter o mesmo pensamento que ele ou a praticar atos violentos, mas exerceu o seu direito à liberdade de expressão pautado pela CF em vigor, mesmo direito exercido pelos esquerdistas que homenagearam ‘Marighella e Lamarca'.

A Carta Magna brasileira não faz distinção entre pessoas, logo o direito se estende a todos e tanto esquerdistas, quando direitistas, exerceram o mesmo direito e tirando o episódio do cuspe proferido por Jean, nenhum deles cometeu um crime ou ato passível de cassação de mandato. Não gostar de algo, não configura direito para cometer ou incitar atos indecorosos como 'represália'.

Depois do episódio de Jean, Zé de Abreu cuspiu em um casal pró-impeachment e Zélia Duncan escreveu um artigo para 'O Globo', em que declara ser inacreditável que as pessoas não se unam, de mãos dadas, para cuspir na 'desumanidade' de quem exalta um 'criminoso', fazendo referência à Bolsonaro e sua homenagem ao coronel Ustra. Para saber mais sobre a polêmica de Duncan, clique aqui. #Viral #Crise-de-governo