A madrugada desta segunda-feira, 18, foi de prejuízos para os representantes do Partido dos Trabalhadores (PT) em Vitória, no Espírito Santo. De acordo com informações do portal de notícias G1, o local foi arrombado. O caso aconteceu logo após a votação na Câmara dos deputados, em Brasília, em que a presidente da república Dilma Rousseff teve o seu processo de #Impeachment aprovado para que seja dissecado pelo Senado Federal. 

De acordo com testemunhas, os homens conseguiram arrombar o primeiro portão e entraram dentro do diretório da legenda. Depois eles ainda tentaram arrombar um segundo portão com uma barra de ferro. Após não conseguirem êxito, os suspeitos furtaram um botijão de gãs e fizeram cocô no chão.

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A ação é tida como uma manifestação contra o partido, que não anda em seus melhores dias na política brasileira. 

Em entrevista ao site do G1, o presidente do PT no Espírito Santo, Genivaldo Lievore, revelou que chegou a ser ameaçado através de redes sociais. Com receio do que pudesse acontecer, ele decidiu registrar um boletim de ocorrência na Secretaria de Segurança da região. Genivaldo disse que só foram notar o roubo e o arrombamento quando chegaram à sede do partido. Segundo ele, ocorrência de ameaças foram registradas e que um grupo contra o governo seria o maior suspeito, pois já teria sido que atacaria a sede da legenda. Segundo o líder partidário, a queixa foi feita como crime eletrônico. A polícia pediu imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os suspeitos. 

Apesar do ataque, poucas ocorrências envolvendo foram registradas nesse fim de semana tenso.

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A que teve a maior repercussão foi que envolveu um homem que saiu de um dos carros do comboio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O homem, que chegou a ser classificado como segurança do petista, irritou-se com um grupo que se manifestava contra a presidente Dilma. Furioso, ele bateu em um estudante de 23 anos, que exibiu as marcas das agressões para os jornalistas. Segundo o Instituo Lula, o homem não seria segurança do ex-presidente. O caso aconteceu em frente ao hotel onde Lula estava hospedado há um dia antes da votação na Câmara, em Brasília.  #Dilma Rousseff #Crise-de-governo