Estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais foram impedidos de discutir o processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff. Uma reunião para debater o tema seria liderada pelo Centro Acadêmico Afonso Pena, com o intuito de reunir os estudantes de direito da universidade para um debate, mas uma decisão judicial impediu que o ato ocorresse.

A ação foi movida por dois alunos, que acreditam que o CAAP estava sendo usado para apoiar certo posicionamento político que, segundo eles, não condiz com o que “grande parcela da comunidade acadêmica" pensa.

Já os integrantes do Centro Acadêmico contam que a reunião era justamente para debater e ver qual o posicionamento geral dos alunos de graduação do curso de direito da UFMG.

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O impedimento foi considerado por eles um ato de "censura", já que impediu o debate sobre o processo de impeachment da presidente #Dilma Rousseff. O CAAP diz ainda que convocaram todos os estudantes para que pudessem se manifestar.

A liminar que impediu a reunião foi concedida pela Moema Miranda Gonçalves. Na justificativa, ela disse que o Centro Acadêmico tem como interesse principal a defesa da educação. Além disso, alegou que o processo de impeachment contra a presidente Dilma é longo e que a discussão proposta não tem motivo para ser tão urgente, como “a Diretoria da Entidade pretender atribuir-lhe". Ela ainda lembra que a pauta não é urgente no que se refere à educação oferecida pela Universidade de Minas Gerais.

Em uma rede social, Maria Clara Barros contou que juntamente com Túlio Vivian Antunes, vai desistir da ação judicial.

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Segundo ela, o principal intuito era impedir um possível início de discussão de greve.

O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi aprovado pela Câmara dos Deputados e encaminhado para o Senado. Uma comissão foi formada e deve analisar o processo. Caso o aprovem, Dilma será afastada da presidência por 180 dias, quando todos os senadores vão analisar todo o processo e votar. Se for aprovado, o vice-presidente assume a cadeira. Caso não seja, Dilma volta para o governo. #Crise no Brasil