O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem trabalhando forte na defesa da presidente #Dilma Rousseff, cujo processo de impeachment será votado na Câmara dos deputados no próximo dia 17. Nesta segunda-feira, 11, por exemplo, ele fez um evento no Rio de Janeiro contra o que chama de "golpe". #Lula também tem dado muitas entrevistas, principalmente à mídia internacional, tentando mostrar seu ponto de vista do "golpe" para o mundo. O conteúdo de uma dessas entrevistas causou muita polêmica nesta terça-feira, 12. Uma conversa com o jornalista Glenn Greenwald, de um veículo de comunicação norte-americano acabou prejudicando ainda mais a luta do ex-presidente.

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Glenn é conhecido por defender o jeito de governar do petista e segunda a Veja, a entrevista teria o intuito de dar uma levantada na bola do companheiro político de Dilma. As respostas adquiridas na entrevista surpreenderam. O repórter quis saber, por exemplo, porque os deputados estavam querendo aprovar um documento que é contra Rousseff. "Insanidade mental", respondeu quase de forma monossilábica o ex-líder sindical, que recentemente teve sua prisão preventiva pedida pelo Ministério Público de São Paulo.

O jornalista então insiste no tema e diz que alguns brasileiros também apoiam o impedimento da presidente. Lula então teria dito que eles também sofrem de algum problema mental, pois não podem apoiar um processo, no qual Dilma não estaria sendo acusada de nenhum crime.

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O repórter americano então critica a imprensa brasileira e sem nenhuma surpresa o petista concorda. Ele lembra então que tentou aprovar uma lei que fizesse uma espécie de regulamentação no noticiário, mas que foi impedido. Em seguida, ele diz que foi proibido a fazer isso pelos que hoje também sofrem de "insanidade mental".

É bom lembrar que pesquisas de opinião realizadas por diversos institutos de pesquisa mostra que entre 60 e 70% dos brasileiros são a favor do impeachment. Isso daria em torno de 120 a 140 milhões de pessoas. Será que todas elas sofrem de "insanidade mental"? A se questionar.