A Revista 'Isto É' deste fim de semana trouxe críticas duríssimas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também à sua companheira política, a presidente Dilma Rousseff, que vive um processo de #Impeachment - já na fase das análises da Comissão do Senado - que tem previsão para ser votado no dia 11 de maio (a votação ainda é pelo afastamento). Na segunda-feira, 25, em uma reunião com Dilma, #Lula, segundo a 'Isto É', teria dito a seguinte frase: "Vamos infernizar o Temer. Agora é guerra!".

Nesta quinta-feira, 28, dia em que os advogados Miguel Reale Junior e Janaína Paschoal falavam na Comissão do Senado sobre o processo contra Dilma, tecendo acusações à presidente, movimentos sociais parecem ter ouvido o recado do ex-presidente.

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Especialmente em São Paulo, diversas vias foram fechadas. Quem protestava usou pneus e outros objetos, que tiveram o auxílio do fogo para atrapalhar a vida dos motoristas. O principal movimento que interrompeu às ruas paulistas foi o MTST, Movimento dos Trabalhadores sem Teto.

Neste domingo, 1º de maio, mais protestos estão previstos. Geralmente, nesta data, que marca o dia do trabalhador, a presidente da república faz um pronunciamento em cadeia de rádio e televisão. No entanto, por conta do clima político e a possibilidade de panelaços, isso não deve ocorrer. Pelo menos essa é a previsão dada pelos principais jornais do país até o momento. 

No dia 06 de maio, a Comissão do impedimento decide se vai dar parecer favorável ou contrário ao documento recebido pela Câmara dos deputados. Os parlamentares aprovaram com 367 votos o prosseguimento do impeachment.

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Não importando o parecer dos senadores, no dia 11 acontecerá a principal votação até o momento desde que o impedimento começou a ser tramitado. Ela decidirá pelo afastamento ou não de #Dilma Rousseff. Para que esse seja aprovado são necessários 41 senadores dos 81 possíveis para votarem pela questão. Aprovado, Dilma tem 20 dias para se defender e os congressistas, até no máximo, 180 dias para fazerem um novo pleito, que decide pela deposição da presidente da república.