As conversas políticas tomam conta da internet e da vida das personalidades formadoras de opinião. É o caso do apresentador Marcelo Tas, que decidiu responder a ex-Ministra de Direitos Humanos Maria do Rosário, vinculada ao Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul. Na ocasião, Maria defendia o deputado federal Jean Wyllys, vinculado ao PSOL do Rio de Janeiro. Ele havia cuspido no dia 17 no também parlamentar Jair Bolsonaro (PSC - RJ). Rosário foi além, citando o ator Zé de Abreu, que no dia 22 cuspiu em um casal que jantava em um restaurante japonês de São Paulo.  "Quem reage à agressão não planeja como agir", disse a ex-dona da pasta dos Direitos Humanos.

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Marcelo Tas então lembrou o cargo de Maria e diz que é difícil acreditar que ela realmente tenha dito isso. 

Treta com ator das cusparadas

Zé de Abreu não gostou da interpelação de Tas e entrou no embate. Marcelo então postou uma foto dele vestido de mulher, cuja legenda dizia que ele estava "preocupada" por levar na cara de um "intelequituau (SIC) do PT". Em entrevista à Folha de São Paulo, ele disse que a atitude de Abreu é grave, pois pode ser usada por muitos homens, que de cabeça quente podem se achar no direito de baterem em suas esposas. 

Para Tas, Dilma que é machista

Tas ainda disse ao jornal paulista que é a favor do processo de #Impeachment da presidente da república Dilma Rousseff. No entanto, confessa não ter qualquer esperança com a troca de governo e com o fato de Michel Temer assumir o principal cargo da política brasileira.

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O jornal ainda questionou a Tas alguns argumentos utilizados por Dilma em sua defesa. Um deles é de que ela estaria sendo vítima de machismo, relatando que se fosse um homem em seu lugar estaria recebendo tratamento completamente diferente. "A Dilma não sofre machismo, ela é machista, é centralizadora", disse o comunicador mostrando que não concorda com a tese da líder petista. 

Boca no trambone

Outras personalidades tem se posicionado politicamente por conta do momento histórico pelo qual o Brasil passa, entre elas Jô Soares e Letícia Sabatella. A última até subiu em palanques do Partido dos Trabalhadores. Do outro lado, a favor do impeachment, Danilo Gentili também foi à manifestações e fez discursos contra a presidente. O futuro de Rousseff será definido no dia 11 de maio, quando os Senadores vão definir pelo seu afastamento ou não da presidência.  #Dilma Rousseff #Crise-de-governo