No próximo dia 17, serão realizadas manifestações contra e a favor da presidente Dilma Rousseff em todo país. A data será marcada pelo final da votação pelo impeachment na Câmara dos deputados. Para que o processo contra a líder petista passe para a próxima fase são necessário pelo menos dois terço dos votos dos parlamentares, ou 342 votos. De acordo com um placar feito pelo estadão, até a noite desta segunda-feira, 11, eram 298 deputados que haviam confirmado seu voto contra a líder política do país. Também no domingo acontecerá uma grande manifestação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

De acordo com informações do Portal Terra, os que irão protestar pelo MST estão com o intuito de fechar rodovias em todo o país, não importando se essas são estaduais ou federais.

Publicidade
Publicidade

De acordo com o movimento, o protesto não seria relacionado à Dilma, mas sim contra a violência no campo. A data marca a morte de 20 camponeses no município de Eldorado dos Carajás, no Pará. Após a chacina no campo, o dia ficou chamado de internacional pela luta camponesa. 

O MST já se posicionou publicamente contra o #Impeachment da presidente Dilma Rousseff através de seus líderes. Alguns até criticam a petistas, mas lembram que ela foi eleita e que tirá-la sem acusações de crise seria "golpe". O processo de impedimento da aliada política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva trata das pedaladas. Diferentemente do que diz o argumento petista, o impeachment está previsto na constituição brasileira e fica a cargo do executivo sua votação, ou seja, ele é mais político do que judicial. 

Caso o documento que pede a deposição da presidente passe pela Câmara dos deputados será a vez dos Senadores opinarem sobre o futuro do processo.

Publicidade

Para que Rousseff seja afastada mais da metade dos congressistas precisam querem isso. Segundo informações do UOL, até mesmo os Senadores do governo acreditam que não vão conseguir barrar o impedimento da petista caso ele chegue até ao Senado. A batalha é do tudo ou nada e agora. 

E para você, o principal cargo na política brasileira terá mesmo um troca-troca? Escreva seu comentário e debata o assunto conosco.  #Crime