Um episódio tomou conta da internet nos últimos dias. Ele mostra um grupo de manifestantes em plena Avenida Paulista, em São Paulo, em um protesto muito inusitado. Uma das pessoas é uma mulher chamada Priscila . Usando um vestido preto, ela simplesmente abre as pernas e se agacha em direção à uma foto do deputado federal Jair Bolsonaro, eleito pelo PSC do Rio de Janeiro. Em seguida, em plena luz do dia, ela defesa sobre a imagem. O protesto de gosto duvidoso foi criticado até pelos haters de Bolsonaro. Isso porque a atitude não foi vista, digamos, como um ato dos mais educados.

Internautas então começaram a pesquisar quem seria a mulher que fez cocô na Paulista.

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De acordo com informações de uma reportagem aqui da própria Blasting News, a docente já deu aulas até para crianças em uma escola municipal de Ensino Fundamentos de São Paulo, município administrado por Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 2014, no entanto, a mulher foi exonerada do cargo de professora. Os motivos para a exoneração não foram explicados até o momento. 

Apesar da exoneração, a moça que defecou na rua fez um novo contrato de docente com a prefeitura. Ele, curiosamente, acabou sendo assinado em dias próximos ao protesto, em 14 de abril, e vence no dia 30 de novembro. Para o governo de Haddad, Priscila  exerce serviços de Orientadora de um Teatro Vocacional.O trabalho é uma espécie de oficina cultura da prefeitura administrada por um petista. 

Na última virada cultural, a agora ex-professora até recebeu um prêmio do governo petista por conta de seus "dotes artísticos".

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Ela teria recebido R$ 13.500. A Prefeitura ficou de responder uma reportagem da rádio Jovem Pan que tenta investigar a misteriosa história de Priscila. Vídeos na internet exibem a polêmica manifestante fazendo arte utilizando a vagina. Já outros, simplesmente fazem xingamentos à ela. 

A ex-professora acabou virando meme por conta de sua conduta e ainda não deu nenhuma entrevista sobre o episódio. Caso ela queira falar com nossa reportagem, estaremos abertos para ouvir-la. O protesto que terminou com um cocô era contra os argumentos utilizados por Jair Bolsonaro no dia 17 de abril, quando ao votar "SIM" pelo prosseguimento do processo de impeachment, ele fez uma saudação ao Coronel Brilhante Ustra, que teria torturado a presidente #Dilma Rousseff nos tempos da ditadura. Ele também é conhecido por ser um dos mais temíveis torturadores do período.  #PT