As turbulências desencadeadas pelo caos político nacional não têm se limitado ao Congresso Nacional, Câmara dos Deputados e Palácio do Planalto. Momentos tensos também tem sido vivido entre intelectuais e artistas que se dividiram entre contra e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Dentre os que engrossam o coro de ‘golpistas’, está o ator Paulo Betti. Famoso por sua defesa ao PT, Betti já chegou a revelar em uma entrevista que perdeu oportunidades de trabalho por conta de seu posicionamento político de esquerda.

Polêmico, o ator gravou um vídeo em que falou sobre o momento difícil que o país vive na política. Segundo as palavras de Paulo, ele está do lado daqueles ‘que lutam pela democracia’ e que conseguem ter a clara ‘percepção’ de que o Brasil está vivendo um ‘golpe’, do qual se encontra em andamento e que só não o enxerga quem não quer.

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Há quase dois anos, Betti e o também ator Thiago Lacerda protagonizaram um desentendimento online por conta de suas visões políticas. Paulo fez uma publicação criticando os famosos que foram jantar com Aécio Neves na casa de Luciano Huck e Angélica e Thiago se sentiu ofendido, chegando a criticar o PT, o que desagradou os petistas e simpatizantes do exército vermelho. Os dois, aparentemente, acabaram se entendendo após algumas publicações, mesmo possuindo concepções políticas distintas.

Para manifestar o seu apoio ao governo petista de Dilma Rousseff, Paulo Betti esteve presente no Cultura Pela Democracia, evento que ocorreu nessa segunda-feira, 11, no Rio de Janeiro e reuniu apoiadores do governo e admiradores de #Lula, alguns presentes no palco e outros mandando recado por vídeos, como Chico Buarque, Gregorio Devivier, Tico Santa Cruz, Flávio Renegado e Wagner Moura.

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No domingo, anônimos e famosos planejam ir para as ruas; uns pedindo o #Impeachment e outros com o famoso coro de ‘não vai ter golpe’. Por falar em golpe, nessa quarta-feira, 13, a revista Veja informou que Dilma, sob orientação de Lula, estaria planejando decretar estado de defesa alegando que o país vive uma situação de golpe. Entretanto, o mais provável é que se Dilma fizer isso, o pedido será barrado pelos senadores, não chegando a se concretizar.

No próximo domingo, só em Brasília as autoridades policiais estimam que a Esplanada dos Ministérios receba cerca de trezentas mil pessoas dos dois grupos. A Força Nacional fará a segurança no local para evitar confrontos. #Manifestação