Um caso extraconjugal terminou em tragédia na noite desta terça-feira (13), por volta das 22h30m, em frente a um motel na Zona Norte do Rio de Janeiro. Segundo o jornal O Globo, o policial militar foi morto em uma troca de tiros após flagrar sua mulher saindo do motel com amante.

Traição e morte

O policial militar afastado, Jaime Mariano Pavel, de 30 anos, morreu devido uma troca de tiros, decorrente do flagra da traição de sua mulher, Thaís Santana, que deixava um motel com o policial civil Leonardo Cabral de Araújo, de 41 anos, que atua na Coordenadoria de Recursos Especiais - Core, da Polícia Civil.

A troca de tiros foi em frente ao motel onde os amantes se encontraram, na Rua Coronel Soares, em Irajá.

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Os dois homens estavam armados e em meio a confusão, houve a troca de tiros.

Feridos, foram socorridos por policiais militares e encaminhados ao Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha. Jaime foi atingido com disparos, no ombro, na coxa esquerda e na mão direita, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Leonardo também foi alvejado na cintura, passou por cirurgia e de acordo com a polícia, seu estado de saúde, inspira cuidados. A PM informou que o policial militar portava a arma do pai dele, que pertence ao exército.

Desconfiança e comprovação da traição

Jaime já desconfiava que sua mulher tinha um caso. Na noite de terça-feira, ela teria dito a ele que iria para a faculdade, contudo, Thaís seguiu para mais um encontro com seu amante. Jaime e Thaís se casaram há aproximadamente 5 meses, mas o relacionamento deles já durava mais tempo, inclusive o casal tinha um filho.

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Testemunhas afirmaram que Jaime seguiu sua esposa e esperou que o casal de amantes deixassem o motel para flagrar os dois juntos. Foi quando eles entraram em discussão e houve a troca de tiros.

Moradores da região se assustaram

De acordo com moradores vizinhos do motel, foram muitos disparos, todos ficaram muito assustados, acreditando que se tratava de um assalto. A enfermeira Rejane Muniz, de 36 anos, chegou em casa logo depois dos disparos, ela relatou que viu carros com marcas de tiros e uma poça de sangue no chão.

Investigação

A Delegacia de Homicídios da capital - DH, ficou responsável pelas investigações sobre o caso. Os agentes da especializada fizeram a pericia no local onde houve a troca de tiros, eles também foram até o Hospital Getúlio Vargas. #Crime #Investigação Criminal #Casos de polícia