Um episódio curioso foi exibido na noite desta quarta-feira, 06, pelo 'Programa do Ratinho', exibido pelo #SBT. Após um dos integrantes da equipe da atração sofrer uma séria investigação do Ministério Público, Carlos Massa decidiu fazer piada com o episódio. Ratinho, que já estava irritando muita gente por manter um vereador (Marquito) acusado de pegar parte dos salários de seu gabinete, decidiu provocar o MP e também a Polícia Federal. De acordo com a colunista Keila Jimenez, em matéria publicada nesta quinta-feira, 08, uma fonte garantiu que o empresário pode sofreu alguma pressão maior do órgão. 

Marquito é vereador em São Paulo pelo PTB.

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Diversas gravações, fontes e ex-funcionários dizem que ele ordenava que uma parte do dinheiro recebido pela sua equipe fosse devolvida. O esquema era conhecido como "dízimo". Caso confirmado, Marquito pode perder o cargo e até ser preso, além de ter que devolver a quantia. Apesar da polêmica, nos corredores da Câmara Municipal de São Paulo corre a informação de que isso seria feito em diversos gabinetes. 

Em um momento político importante para o país, Ratinho preferiu acreditar no amigo. Não que isso seja um problema, afinal, eles trabalham há anos juntos. O pior estava por vir. Ao vivo, ele foi perseguido por um homem vestido de "Japonês da Federal", uma menção ao investigador que aparece em diversas reportagens conduzindo os presos da Operação Lava Jato para depôr. Além do homem travestido de policial, uma marchinha de Carnaval foi entoada.

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Não pegou bem. Além de fazer pouco caso com um processo sério do Ministério Público, a piada acabou batendo também na maior investigação já realizada no Brasil. De acordo com fontes, Marquito estaria muito abalado com as acusações e nega que tenha praticado o esquema de corrupção aos amigos mais próximos. Uma gravação da Revista Veja, no entanto, complica a vida do vereador. Ele aparece fazendo ameaças para um ex-funcionário, dizendo que vai atrás do seu "delator" com um amigo delegado. Além dele, um assessor também usa o telefone lembrando a lei "do mais forte".  #Crise #Investigação Criminal