E o processo de #Impeachment da presidente Dilma Rousseff, que ainda tramita na Câmara dos deputados, pode ficar mais extenso antes mesmo de ser votado. O parecer foi dado nesta segunda-feira, 04, pelo deputado federal Jovanir Arantes (PTB de Goiás), justamente o homem que é relator do processo de impedimento da líder política do Brasil. De acordo com informações do 'Estadão', ele disse que pode sim ampliar o documento que será votado, mas ainda não decidiu se vai ou não fazer. De acordo com Jovanir, seu maior objetivo é evitar qualquer questionamento do governo, evitando judicializar o processo, o que faria tudo demorar ainda mais. 

Atualmente, o processo de impeachment da companheira de Luiz Inácio #Lula da Silva pode se resumir nas chamadas "pedalas fiscais" e na assinatura de alguns decretos, chamados de suplementares e assinados no ano passado.

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De acordo com o relator, o seu papel o permite sempre colocar um parecer de outras denúncias. Uma das que poderia entrar no documento é a compra polêmica da refinaria de Pasadena, na terra de Barack Obama, nos Estados Unidos. Jovanir Arantes diz ainda que não necessariamente a Câmara dos deputados precisa acrescentar qualquer coisa, que isso pode muito bem ser feito, por exemplo, pelo Senado, que entraria na pauta do impeachment caso o processo passe pela Câmara. 

De acordo com diversos veículos de comunicação, a votação pelo impedimento da presidente promete ser apetadíssima. Existe quem diga que Eduardo Cunha pode fazer a votação por regiões do país ou por partido. Dessa forma, ele pode colocar os contra a presidente na frente, o que de certa forma colocaria pressão nos demais parlamentares, já que o voto seria aberto.

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A previsão é que a votação nominal dos deputados aconteça até o dia 15 desse mês, desde que não tenha protelações.

Ao que tudo indica, essas realmente não devem existir, já que a tendência ao que vemos é mais partidos se afastarem da presidente, mesmo com a negociação de cargos importantes no governo, como os Ministérios.  #Dilma Rousseff