Em uma coletiva de impressa concedida pela presidente Dilma à rede de televisão americana CNN, enfatizou que vai “ficar muito triste” se quando ocorrer as Olimpíadas ela não estiver participando como Presidente da República.

Mediante a sugestiva declaração, Dilma já analisa uma possível saída do Palácio do Planalto. Tudo em função do processo de ‘impeachment’ que tramita no Senado Federal desde a segunda-feira (18), o qual consequentemente requer o afastamento de #Dilma Rousseff do cargo de presidente do país. O pedido segue em apreciação dos Senadores que formam a Comissão Especial para a deliberação dos votos, que em seguida deverá ser encaminhado ao plenário para discussão e votação, ainda na segunda semana de maio.

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De certa forma, causou estranheza a expressão da presidente ao dirigir-se à equipe jornalística com essas palavras, uma vez que, nunca admitiu a hipótese de ausentar-se do cargo presidencial. Além disso, ainda enfatizou em seu comentário que o ‘impeachmant’ está trazendo muito sofrimento a ela, todavia, não passa de uma “injustiça”, afirmou.

A jornalista Christiane Amanpour declarou que a presidente foi mais além, fazendo uma breve relação entre o que foi realizado em seu #Governo para que as Olimpíadas atingir a perfeição.

Ademais, sinalizou que abraçou as responsabilidades para com o Brasil na época de sua a nomeação como Ministra da Casa Civil e que, ajudou a projetar a construção do evento desde a sua concepção.

Ainda segundo a presidente, rebateu o momento difícil do afastamento em virtude de sua condição de impeachmada, que com insatisfação e dentro de um contexto com algumas frases de indignação frisou: “(...) injustiça, e eu estou sendo vitima...”. Abordando sobre o possível afastamento e afirmou que, vai lutar como meio de sobrevivência e em defesa do Princípio da Democracia brasileira, o qual resguarda a política nacional, ressaltou Rousseff.

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Talvez como uma tentativa de amenizar a situação, mencionou que há diversos parlamentares que ainda não foram submetidos nenhuma penalidade, sinalizando que o presidente da Câmara dos Deputados responde por corrupção, reiterou a presidente. 

Com o andamento processual, realmente há indicativos que entre o dia 11 ou 12 de maio, deverá acontecer à votação em plenário.  Ao ser computado o equivalente a maioria simples, ou seja, 42 Senadores à favor do ‘impeachamant’, então, teremos um desligamento automático de Dilma Rousseff pelo período de 180 dias, que acontecerá o julgamento final com sentença definitiva.

Portanto, não há muito que se falar e sim aguardar pelos fatos que ainda poderão constituir o enorme calhamaço processual, entretanto, os parlamentares em observância ao estrito cumprimento do dever legal, serão os responsáveis pela eleição da nova fase do objeto constitucional, isto é, o #Impeachment.