O fato da presidente Dilma ser deposta caso o seu processo de #Impeachment passe pela Câmara dos deputados parece se tornar cada vez mais evidente. De acordo com informações do UOL em reportagem publicada nesta segunda-feira, 11, até mesmo os Senadores mais leais à companheira política de Luiz Inácio #Lula da Silva já dizem que se o documento chegar ao Congresso ele será aprovado. Nesse caso, com mais de 50% dos Senadores contra a líder petista, ela seria afastada do governo por 180 dias, tempo em que ela seria investigada.

Caso 60% dos Senadores votem pelo impedimento, Dilma sai automaticamente do governo. Legalmente, a Constituição brasileira prevê que Dilma possa recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas mesmo que o faça, ela já terá deixado de ser presidente.

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Além isso, a legislação prevê que um poder não pode se sobrepôr ao outro, ou seja, o impeachment é político e o STF teoricamente não poderia fazer nada para contê-lo, do contrário, criaria-se um clima de instabilidade política ainda maior no país. 

A informação trazida pelo UOL se torna muito importante, já que se o procedimento de Dilma for aprovado, ela praticamente já teria data para pelo menos se afastar do governo. Estima-se até que ela já teria 60% dos votos ou quase isso para ser deposta. Por isso, a batalha na Câmara é muito importante para a petista, que já avisou que jamais renunciaria. O portal chama a batalha da petista de guerra do pelo tudo ou nada, pois o Senado estaria vitaminado para acabar com essa confusão política no país. 

Caso realmente ocorra a votação desfavorável para Dilma, já existe até uma data provável para que se assine o documento pela sua deposição ou não no Senado.

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Caso não haja manobras políticas, isso deve acontecer entre os dias 04 e 05 de maio. 

Nesta segunda, o Advogado-geral da União tentou defender sua aliada. José Eduardo Cardozo disse que as pedaladas fiscais já aconteciam há pelo menos quinze anos, mas que só agora decidiram que isso seria ilegal. Durante a fala do advogado houve diversos momentos de confusão e gritaria na Comissão do Impeachment. #Dilma Rousseff