#Dilma Rousseff não está prestes a perder o cargo de presidente do Brasil apenas por conta da votação do impeachment no Congresso Nacional, mas também por um processo de cassação junto ao Tribunal Superior Eleitoral.

O TSE iniciou a coleta de provas que serão anexadas ao processo de cassação de #Michel Temer e Dilma Rousseff. Nos próximos dias o órgão deve ouvir os delatores da Lava Jato e realizar algumas perícias que já haviam sido solicitadas pelo PSDB. Tais investigações serão feitas junto as empresas que trabalharam na campanha política de Dilma e Temer.

Michel Temer solicitou que o TSE separe as responsabilidades atribuídas a ele e a Dilma.

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A juíza Maria Thereza de Assis Moura deve analisar a solicitação do vice-presidente nos próximos dias.

Se Dilma sofrer o impeachment nas próximas semanas, Michel Temer responderá o processo sozinho, podendo ser condenado a cassação, absolvido, bem como o processo pode ser arquivado ou o próprio TSE pode desistir do mesmo.

Se Temer sofrer a cassação, o presidente do Brasil que assume na linha sucessória estipulada pela Constituição Federal é o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Votação do impeachment

Os nomes indicados para a comissão do impeachment no Congresso Nacional já foram divulgados e até o momento, a maior parte dos senadores da casa são a favor do impeachment de Dilma Rousseff, como Romário, Marcelo Crivella, Aécio Neves e Aloysio Nunes.

O presidente do Senado e terceiro da linha sucessória para ser presidente do Brasil, na ausência de Cunha, é Renan Calheiros, que pertence ao PT (Partido dos Trabalhadores).

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O STF não mudará a decisão tomada pelo Senado, apenas verifica se houve o cumprimento de todos os requisitos e se todo o procedimento está respeitando o princípio da legalidade.

Havendo concordância com todos os detalhes exigidos, o STF bate o ‘martelo’ e determina o impeachment de Dilma e posse de Michel Temer. Caso algum requisito não tenha sido cumprido ou haja ilegalidade no decorrer do processo, este não será validado. #Crise-de-governo