O protagonista de algumas polêmicas do atual momento turbulento da política nacional, Wagner Moura, solicitou junto ao Ministério da Cultura o valor de R$1,5 milhão (Um milhão e meio de reais) para produzir a sua nova peça teatral, Esperando Godot.

O pedido foi realizado com base na lei Rouanet, que financia eventos artísticos e culturais, desde que os pedidos preencham determinados requisitos expressados previamente no conteúdo da normativa legal.

A informação também foi confirmada pela revista ‘Veja’ através do ‘Blog do Reinaldo Azevedo’, que divulgou, inclusive, a imagem do pedido de Wagner. Segundo o colunista, o valor que consta na solicitação foi conferido ao ator, entretanto, por se tratar de mecenato, não se sabe foi integralmente liberado pelo Ministério da Cultura ou obtido através de financiamentos privados.

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O fato é que independentemente de que forma se obteve o valor; retirada dos cofres públicos ou renúncia fiscal; esse dinheiro, de alguma forma, saiu dos valores arrecadados com os impostos dos brasileiros.

Muitas pessoas questionam se essa lei (Rouanet) não deveria se limitar em financiar projetos pequenos de pessoas pouco conhecidas e Wagner, assim como muitos outros famosos que usufruem ou usufruíram da normativa, possuem renome internacional, não parecendo ser necessário a ajuda do #Governo para realizar produções culturais de qualquer tipo.

O atual momento político e Wagner Moura

O ator gerou polêmica há duas semanas quando demonstrou sua opinião sobre o juiz federal Sérgio Moro e defendeu Lula e Dilma. Moura é assumidamente contra o #Impeachment e acredita que consumá-lo é o mesmo que realizar um golpe.

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Segundo Wagner, a imprensa também nunca suportou a ascensão de Lula e foi mais longe ao criticar as escutas telefônicas feitas pela polícia federal e divulgadas após autorização de Sérgio Moro. Segundo Wagner, o juiz não respeita o princípio da presunção da inocência.

Juntamente com Letícia Sabatella, Moura é um dos maiores defensores públicos da não concretização do impeachment. Mas eles não são os únicos, outros nomes como Monica Iozzi, Zé de Abreu, Leandra Leal, Paulo Betti, entre outros, também já se posicionaram contra a saída de Dilma antes de 2018. Alguns deles chegaram a gravar um vídeo convidando as pessoas para protestarem a favor da permanência da presidente da república.

Muitos desses nomes consagrados que saíram em apoio à presidente têm sido boicotados na internet e em apresentações. Essa semana Letícia Sabattela e Tonico Pereira tiveram suas contas no Facebook bloqueadas por excesso de denúncias de usuários da rede social.

Ivete Sangalo também protagonizou um momento tenso em seu show quando em meio a multidão um fã gritou ‘Fora Dilma’ e a cantora não gostou, parando o show para dizer que o local era para pessoas honestas e deixando claro ‘Aqui não. Para evitar que a cantora se queimasse mais e a plateia começasse a se dividir, os músicos da banda puxaram outra música para botar um ponto final na história. #Comportamento