Quando o assunto é política, o Brasil está dividido. E casos de brigas e xingamentos entre "coxinhas" e "mortadelas" são cada vez mais comuns. O ator Zé de Abreu, petista assumido, entrou em mais uma confusão política ao cuspir em um cliente de restaurante após supostamente ter sido xingado. 

Na noite de sexta-feira, 22, em São Paulo, ele usou sua conta no Twitter para contar que estava num restaurante japonês e discutiu com um homem, a quem se refere como "advogado carioca". Zé de Abreu falou que foi ofendido e cuspiu "na cara do coxinha" e de sua esposa. E ainda disparou que o homem "não reagiu". "Covarde", disse o ator.

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Em seguida, continuou esbravejando no Twitter que o "covarde perdeu a linha", pois cuspiu em sua cara e na cara de sua esposa e ele não reagiu. "Covardes fascistas", continuou.

Como justificativa, José de Abreu afirma que tudo aconteceu por opiniões políticas. O cliente do restaurante teria provocado o ator ao afirmar que ele vota no #PT, mas vai comer em restaurante japonês. O ator global explicou que "fascistas são tratados assim, com cuspe na cara" e finalizou afirmando que o "troco" foi uma homenagem ao deputado do PSOL-RJ Jean Wyllys. Jean deu o que falar há alguns dias após cuspir na cara do deputado Jair Bolsonaro durante a votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

O vídeo da confusão foi postado pela usuária Cintia Carvalho no Facebook. Ela ironizou: "Quem não tem argumentos, cospe.

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Essa é a atitude da esquerda paz e amor". Assista ao vídeo abaixo.

Confira abaixo alguns dos tuítes do ator.

Essa não é a primeira vez que o ator dá o que falar por sua posição política. Em dezembro de 2015, ele falou sobre Randolfe Rodrigues, da Rede-AP, chamando o senador de "hipócrita safado". Na época, ele foi citado na Operação Lava Jato por supostamente ter recebido R$ 200 mil de propina. 

Antes disso, em maio de 2014, ele também se envolveu em polêmica com o cantor Roger Moreira, da Ultraje a Rigor. Zé de Abreu chamou o vocalista de "desonesto intelectual" e questionou a integridade do músico por ele "meter o pau no governo federal", mas mesmo assim aceitar patrocínio para se apresentar em São Paulo.

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