Nos últimos meses, aparentemente, ‘virou moda’ artistas de esquerda falarem de política de uma hora para outra. Bem como parte deles decidiram alvejar gratuitamente o deputado federal, Jair Bolsonaro.

Depois de Monica Iozzi proferindo mais de uma vez as suas críticas ao deputado federal do PSC, de Ingrid Guimarães falando mal do deputado e de seus seguidores e de Jean Wyllys tendo uma crise de piti cuspindo no colega do plenário, e sendo desmascarado em seguida por imagens do ocorrido, agora é a vez de uma cantora mais alternativa, que não se ouve muito nos últimos anos, mas todos sabem que existe: Zélia Duncan.

A artista, que é contra o #Impeachment, usou sua coluna no 'O Globo' para externar a sua opinião sobre a situação política atual, entretanto, sua concepção alvejou apenas duas figuras: #Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro.

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Duncan disse que exaltar ‘assassinos confessos’ na hora do voto, deveria ser crime. Zélia mostra que estava ‘virada no Jiraya’ e chama o deputado de Jair Voldemort Bolsonaro, Valdemort em referência ao personagem ‘tosco’ do filme juvenil ‘Harry Potter’.

Ela afirma que é esfregado na ‘nossa cara’ o poder sombrio que os une. Sua revolta foi grande e encerrou seu desabafo com mais críticas à Bolsonaro por ter dedicado seu voto à memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Em pouco tempo a cantora voltou aos holofotes, mas não por um trabalho e sim por inúmeras críticas que recebeu nas redes sociais. Seu comportamento foi amplamente comentado em páginas de direita no Facebook e perfis do Twitter.

Quem foi o temido coronel Brilhante Ustra?

Carlos Alberto foi um militar que lutou contra o comunismo no Brasil no início da década de 60.

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Nessa época, grupos queriam entoar a luta armada e tornar o Brasil uma nova Cuba, esta que havia sido conquistada a base de muito sangue pelas mãos de Che Guevara, Raúl e Fidel Castro. Carlos chegou a escrever livros sobre a verdade daquela época, mas grandes editoras não se interessaram em lançá-los, fazendo com que poucas pessoas tivessem acesso a um exemplar.

Ustra foi o único militar ‘considerado’ torturador na ditadura militar, entretanto, ele nunca foi condenado em última instância e seu processo encontra-se parado na justiça. As únicas provas contra Ustra eram testemunhos, estes que por sua vez, como passar do tempo, foram alterados, tanto de pessoas que, aparentemente, não tinham motivo para reclamar e resolveram acusá-lo, bem como houve quem o acusou de tortura e anos depois assinou seu depoimento dizendo que nunca foi torturada de verdade.

E você, o que achou do ‘desabafo’ de Zélia? Deixe a sua opinião nos comentários. #Manifestação