Lucas, jogador do time de futebol Boavista e que a menina de 16 anos que foi estuprada afirma que é seu namorado há 3 anos, foi à delegacia sexta-feira (27). Ao chegar no local, dezenas de fotógrafos registraram o momento. Ele foi acompanhado por Raí de Souza, que acenou sorrindo para os fotógrafos e ironizou que seu amigo está "mais famoso" do que a presidente afastada Dilma Rousseff. O suposto namorado da menina, entretanto, não quis falar com a imprensa.

A garota de 16 anos deu depoimento à polícia. O método utilizado foi o "depoimento livre", que é usado para pessoas menores de idade. O conteúdo do depoimento, entretanto, não pode ser divulgado.

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A avó da menina, por sua vez, garante que o crime aconteceu por seu namorado desconfiar que foi traído. A avó também diz que a família não conhecia o namorado. A menina não mora na comunidade onde foi estuprada; ela frequentava o Morro São João, Zona Oeste do Rio, para ver o rapaz. Até agora, a menina já deu depoimento para a polícia duas vezes. Ela também deu entrevista em vídeo para o jornal O Globo.

O caso foi o mais comentado do Brasil durante os últimos dias após chocantes imagens e vídeos da menina desacordada após o estupro serem divulgadas no Twitter na última quarta-feira. Além de divulgarem as imagens, os homens também ironizavam e se vangloriavam sobre a situação. Em pouco tempo, o perfil que divulgou o crime foi apagado da rede social após uma série de denúncias. No Brasil, divulgar imagens de menores de idade é crime e pode significar até seis anos de prisão.

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Lucas era considerado uma "promessa" do time Boavista. Toda a equipe do clube se impressionaram com o acontecido. O gestor do clube afirmou que ninguém esperava por isso, pois ele era "um menino bom" e sempre foi um "bom garoto", mas que qualquer pessoa que tenha participado desse crime deve ser punido. O gestor também disse que a menina de 16 anos nunca apareceu em treinos do time. Atualmente, desde o final do Campeonato Carioca, Lucas estava de férias. Ele foi descoberto pelo ex-jogador holandês Clarence Seedorf. #Casos de polícia