A Procuradoria-Geral da República recebeu nesta quarta-feira, 04, um pedido peculiar de um profissional da justiça. O órgão que é conhecido pelo trabalho do Procurador Rodrigo Janot recebeu do advogado Geraldo Lima Filho uma solicitação interdição da presidente da república Dilma Rousseff. Com isso, ela seria afastada do cargo mais importante do país por estar "mentalmente enferma". A informação foi confirmada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal carioca O Globo. Geraldo lima Filho teria pedido ainda um curador para a companheira política do ex-presidente da república Dilma Rousseff.

A procuradoria ainda não disse o que vai fazer com o pedido inusitado.

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Nesta terça-feira, Rodrigo Janot solicitou que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de um inquérito conta Dilma para investigá-la sob uma possível tentativa de obstrução da justiça, no âmbito da Lava Jato, operação comandada pelo juiz federal Sérgio Moro. 

A ação já está há alguns dias na justiça, sendo aberta na segunda-feira, 02, pelo Ministério Público Federal de Brasília. Nos argumentos utilizados para que haja a interdição, o profissional da justiça garante que #Dilma Rousseff não está bem mentalmente, dizendo que ela não se mostra "no pleno gozo de suas faculdades mentais". Entre o que provaria que Dilma não "bate bem da bola" está um indulto que será dado a quase 40 mil presas em todo o país. Uma dela é Suzane Von Richthoffen, liberada hoje para passar o Dia das Mães do lado de fora do presídio de Tremembé, em São Paulo.

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Para quem não lembra, a paulista foi condenada a 39 anos de prisão por ter matado os próprios pais.  

Também como argumentos, o advogado diz que a presidente utiliza medicamentos para distúrbios mentais, citando a Olanzapina. Não é a primeira vez que Rousseff é acusada de não estar bem mentalmente. No mês passado, uma revista fez as mesmas insinuações. A publicação cita supostos remédios tomados pela petista e ataques de nervo dados no Palácio do Planalto e no Palácio da Alvorada. Dilma disse que processaria a revista por conta da reportagem, acusando a publicação de machista. Para a companheira política de #Lula, caso um homem fosse o presidente do país neste momento de crise, a mídia não teceria ele dessa forma.  #Impeachment