O governo Temer mal começou e já deixou muita gente irritada, mas não é por conta de um mal governo, uma vez que ainda não houve tempo suficiente para avaliá-lo. Os que se estressam são os que acreditam que foram, de alguma forma, lesados pelas mudanças ministeriais.

Muitos artistas conhecidos em todo o Brasil, bem como alguns produtores artísticos, reclamaram do fim do Ministério da Cultura. Publicamente não foi emitido nenhum parecer pessoal, sobre o quanto tal mudança pode impactar seus projetos futuros, mas os grupos afirmam que a mudança é ruim para a cultura do brasileiro e que ferirá diretamente a economia do Brasil.

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Dois grupos foram os representantes dos artistas em uma carta pública destinada à #Michel Temer, sendo eles o GAP (Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música) e Associação Procure Saber. Integram tais movimentos nomes como: Caetano Veloso, Fernanda Abreu, Chico Buarque, Djavan, Gilberto Gil, Leoni, entre outros.

O objetivo da carta pública é pedir que o presidente Michel Temer venha a reconsiderar e manter o Ministério da Cultura. A Cultura agora é parte integrante do Ministério da Educação; que se transformou em 'Ministério da Cultura e Educação'; de forma que ainda haverá incentivo à cultura no governo Temer, mas com certeza, não será mais da maneira desproporcional que era antes, onde projetos milionários eram constantemente aprovados, mesmo com a economia sucateada.

A carta cita momentos históricos da época em que o ministério da cultura foi criado no governo de Sarney, extinta no governo de Collor, retomando pouco tempo depois no governo de Itamar Franco e sendo contemplado com a criação da polêmica Lei Rouanet.

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Para os artistas, a extinção ou redução do assunto frente ao governo federal é um retrocesso na vida dos brasileiros.

O novo ministro da pasta, José Mendonça Bezerra Filho do DEM, disse que é desnecessária a preocupação dos artistas, pois tanto cultura, quanto educação serão contempladas nesse governo.

É bom ressaltar que nem todos os artistas são dependentes de incentivos federais para promover seus respectivos trabalhos, bem como não usufruem ou usufruíram de projetos financiados pela Rouanet. Os nomes que, oficialmente, ficaram insatisfeitos com a extinção da pasta são os ligados aos dois grupos já citados acima. #Viral #Crise econômica