O Brasil está mobilizado e indignado contra um #Crime bárbaro: um estupro coletivo sofrido por uma menina de 16 anos na Praça Seca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. As autoridades públicas também tentam dar respostas nesse momento em que a barbárie é condenada por todos os cantos. Pelo Twitter, o Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrani, disse que está com as delegacias investigando o estupro coletivo. O crime foi classificado como barbárie pelo secretário, que prometeu dar uma resposta rápida à sociedade.

De acordo com o Secretário, facções criminosas tentam silenciar as vítimas, mas que ele não iria parar até que is 33 homens envolvidos estivessem presos.

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"Não vão conseguir (disse ele sobre o conseguir o silêncio das vítimas). Não vamos descansar até identificar e prender todos”, disse o comunicado publicado no Twitter da Secretaria de Segurança. A menina revelou em seu depoimento dado aos policiais que foi para a casa do namorada no sábado, 21, mas que foi dopada e acordou um dia depois com seu órgão genital machucado e cercada de 33 homens.

O número impressionante foi motivo de piadas de um dos criminosos, que aparece em um vídeo divulgado nas redes sociais. Ele revela que a garota teve relações sexuais com mais de 30 homens, mas que não aguentou. Já em uma imagem, outro criminoso aparece exibindo a língua ao lado do órgão sexual da menina, dizendo que cavou um "túnel" nela. 

Quatro homens foram identificados. A polícia pediu a prisão preventiva deles.

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O crime ganhou repercussão mundial. Os principais sites e televisões do planeta comentam o caso, comparado com outro estupro ocorrido na Índia em 2012. Naquele ano, uma estudante foi violada por vários homens em um ônibus em movimento. Ela não aguentou os ferimentos e faleceu. 

A Organização das Nações Unidas, a ONU, publicou uma nota pedindo que o crime tivesse uma solução rápida no Brasil. O presidente em exercício, Michel Temer, do PMDB, publicou um texto dizendo que criará um departamento contra a violência à mulher na Polícia Federal.  #Investigação Criminal