A Polícia Civil acaba de divulgar as primeiras fotos da casa onde a jovem, de apenas 16 anos, foi estuprada por 33 homens, conforme ela mesma relatou em seu depoimento. A polícia esteve no morro do Barão, na manhã deste sábado (28), onde foi recebida a tiros pelos traficantes, mas a operação seguiu conforme o planejado e chegou ao local onde o #Crime teria ocorrido.

A residência está localizada em uma comunidade conhecida por São José Operário,  e, nas imagens, é possível ver uma cama, onde a menina aparece deitada, conforme foi mostrado no vídeo divulgado no Twitter, que gerou uma grande revolta na rede social. Nas imagens gravadas, a garota está desacordada e suas partes íntimas também foram mostradas.

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Ainda, nas imagens, é possível ver uma porta onde tem escrito "Bonde do Fubá", que, por enquanto, a polícia não sabe exatamente do que se trata. No quarto, ainda encontra-se uma televisão sobre um móvel aparentemente vazio e, por fim, tem a imagem dos policiais já próximos ao imóvel onde o crime foi cometido.

O vídeo, além de mostrar a realização do estupro, ainda mostra a menina sendo humilhada pelos homens que davam risadas e até tocavam nas partes íntimas da garota. Ela contou que "apagou" na sexta-feira e só foi acordar no domingo, quando viu 33 homens sobre ela, todos armados com pistola e fuzil.

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O que está gerando indignação da população é que a polícia civil, até agora, não confirmou que o estupro realmente aconteceu e até perguntou à menina, em seu depoimento, se ela tinha costume de praticar sexo grupal, o que, aliás, deixou a advogada da jovem revoltada.

O delegado responsável pelo caso, Alessandro Thiers, informou que está investigando se as relações poderiam ter acontecido com o consentimento dela, e que não vai pedir a prisão de nenhum suspeito até que tenha provas concretas em mãos.

Eloisa Samy, advogada da menina violentada, já fez duras críticas à investigação que vem sendo feita pelo delegado e que ele estaria sendo machista com sua cliente, inclusive, ela já pediu à Justiça que o delegado seja substituído por uma delegada. #Internet #Casos de polícia