A decisão no Senado sobre o prosseguimento ou não do #Impeachment da presidente Dilma Rousseff pode definir o futuro de ministros da atual presidente que são investigados pela Operação #Lava Jato. Detentores de foro privilegiado, eles poderão perder o status logo após a decisão da votação em plenário, quando Dilma poderá ficar afastada por 180 dias do governo até que o seu julgamento seja concluído no Senado.

Em tese, caso isso aconteça, todos os processos envolvendo ministros sob investigação retornariam às mãos do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal Federal em Curitiba. Porém, o que deve ocorrer é a decisão caso a caso do relator desses processos no Supremo, o ministro do STF Teori Zavascki, levando em consideração as particularidades de cada investigado.

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O mesmo não deve ocorrer para a presidente, que só perde o privilégio de foro caso o impeachment seja realmente consumado. Na última semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao STF que Dilma seja investigada sob acusação de obstrução da #Justiça