Se por um lado ser petista em uma fase que todos os podres do governo e dos principais filiados é descoberto não está nada fácil, por outro, ser Jair Bolsonaro quando todo mundo procura um bode expiatório para mudar o foco político, também tem sido difícil.

A diferença é que a esquerda vive um período de decadência e Jair Bolsonaro tem se destacado por se apoiar na verdade. Após a polêmica criada por esquerdistas aproveitadores da falta de conhecimento de muitos brasileiros em torno da ditadura militar e do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, Bolsonaro passou a ser o alvo certeiro de seus adversários políticos.

Primeiro foi o ‘socialista’ Jean Wyllys, que usou um dos principais argumentos esquerdistas: o cuspe.

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Em frente a dezenas de pessoas e com câmeras por todos os lados, Jean premeditou, fez bico e lançou saliva em direção a Jair. Em sua defesa, alegou ter sido hostilizado e quase agredido ‘tentou segurar meu braço violentamente’.

Em defesa de Bolsonaro, as imagens que mostraram a premeditação do ato e a consumação do mesmo, fazendo com que a versão de Wyllys caísse por terra.

Depois, várias pessoas pediram a cassação de Jair junto a Procuradoria Geral da União, e o presidente da OAB-RJ, que é filho de um dos militantes leninistas da ditadura, protocolou um pedido de cassação.

No domingo, 24, alguns esquerdistas protestaram em frente ao condomínio de Jair e até ameaçaram invadir o local.

Consequências de tudo isso

Jair Bolsonaro fez o livro ‘Verdade Sufocada’ do coronel Ustra esgotar nas livrarias e as pesquisas para conhecer a vida do militar aumentaram significativamente.

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Não para por aí: Bolsonaro ultrapassou mais de três milhões de seguidores no Facebook, número que nem Lula, nem Dilma, possuem. No dia 26 de abril, um twitaço com mais de cem mil publicações colocaram #BolsonaroPresidente nos trends mundiais.

Já no dia do trabalho, quando Dilma discursava no centro de São Paulo, Bolsonaro recebeu manifestações à seu favor em vários estados do país, ofuscando o discurso sobre o ‘golpe’ que a presidente sustenta como uma ‘verdade absoluta’.

A represália

Vendo que as perseguições estavam surtindo efeito contrário às suas expectativas, deputados estaduais do Rio de Janeiro decidiram tentar cassar a medalha Tiradentes, que é conferida à pessoas que prestaram serviços relevantes à causa social.

O líder do pedido é o deputado estadual do PSOL, Paulo Ramos. Na terça-feira, 3, um tumulto fez com não houvesse quórum suficiente para uma decisão e por isso será feita uma nova votação para que a homenagem enfim seja entregue à Bolsonaro na Alerj.

Reação de Mito

Ao saber da nova do dia, Bolsonaro riu dos deputados e afirmou que eles deveriam se preocupar com coisas importantes como a violência e a #Crise do financeira no Rio de Janeiro.

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Também declarou que para os perseguidores o socialismo é uma maravilha e os guerrilheiros são heróis, em referência a continua polêmica sobre a sua homenagem póstuma à Brilhante Ustra na votação do impeachment. #Dentro da política #Crise-de-governo