Allan Goldman, desenhista brasileiro que trabalhava na "DC Comics" foi demitido por banalizar o estupro nas redes sociais. Ele já ilustrou grandes trabalhos como "Jovens Titãs" e até "Superman", mas nem isto impediu a empresa de puni-lo severamente. Em sua conta no Facebook, Allan postou um comentário a respeito da jovem estuprada por 33 homens e a repercussão foi tão negativa que ele deletou a mensagem postada.

Em seu perfil na rede social ele apoia o polêmico deputado Jair Bolsonaro e na postagem ele perguntou o que aconteceria no caso dos 30 estupradores alegarem que são mulheres. É que pela ideologia de gênero dos esquerdistas, a pessoa deve ser aquilo que ela acha que é e não o que mostra sua biologia.

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E o desenhista ainda comentou que a sociedade é obrigada a acatar o que é decidido porque do contrário é fascista e perguntou: "Como a Justiça irá julgar caso de uma mulher que foi violentada por 30 mulheres? Fiquei curioso agora."

A empresa informou que decidiu demitir o rapaz e irá fazer isto com todos os funcionários que não tiverem os mesmos valores que a "DC Comics" e, mesmo não citando o nome do brasileiro, informou que não será permitida a "apologia e banalização da violência e da discriminação", sendo que isto não cabe mais na sociedade e muito menos na empresa.

A empresa Chiaroscur Studios é que representa o desenhista brasileiro no mercado editorial dos Estados Unidos e foi a responsável pelo rompimento do contrato com ele.

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Foram muitas as colaborações feitas por Allan junto à DC Comics e ele ainda não foi encontrado para informar se irá recorrer do caso ou se pretende deixar por isto mesmo e buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Mas o brasileiro já divulgou uma nota alegando que isto que aconteceu com ele é censura e que não deveria ser problema ele demonstrar seu apoio a um deputado federal que foi eleito pelo povo e também por se posicionar como "direita". E, pelo que foi informado na nota, ele não está ligando muito pela perda, já que a Chiaroscuro lhe traz poucas chances de trabalho e nos Estados Unidos ele tem muitos outros contatos para os quais presta serviço como desenhista. #Crime #Casos de polícia