De acordo com informações do jornalista Kennedy Alencar em reportagem publicada nesta quarta-feira, 04, a presidente Dilma Rousseff pode tomar uma medida drástica e até inusitada caso o seu processo de #Impeachment passe no Senado. Ela pretende descer a rampa no Palácio do Planalto assim que seu pedido de afastamento for aprovado pelos Senadores. A data para tal fato é o dia 12 de maio. Isso se o impeachment passar e a previsão é de que sim. Quem deve estar ao lado da petista é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode até dar a mão à ela nesse momento, mostrando assim solidariedade. 

Nesta quarta, o relator da Comissão do impeachment, Antônio Anastasia, deu parecer favorável a admissibilidade do processo contra a petista, recomendando que os demais Senadores votem "sim" pela questão do afastamento.

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De acordo com informações do UOL, interlocutores de Dilma disseram que ela viu a atitude de Anastasia como uma demonstração de "ingratidão". O Senador foi eleito pelo PSDB de Minas Gerais, estado governado pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

O comentário da presidente sobre o tucano teria sido muito breve. Nele, a líder do PT teria lembrado que teve boas relações quando o representante do PSDB foi governador de Minas. A relação de Dilma e Anastasia teria sido entre os anos de 2010 e 2014. Para Dilma, toda a ajuda do governo federal ao estado de Minas Gerais não foi revelada pelo Congressista. Mais cedo, durante um evento de apresentação do Plano Safra, do Ministério da Agricultura, ao lado da gestora da pasta, Kátia Abreu comentou brevemente o pedido do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, no qual ele quer que o Supremo Tribunal Federal (STF) faça a autorização para que se abra um inquérito contra Rousseff.

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Dentre os argumentos para tal pedido, Janot alerta para que existem indício de tentativa de obstrução de justiça, no caso da Lava Jato. Para o pedido, entre as provas colhidas pelo Procurador, estão delações do Senador Delcídio do Amaral (Sem Partido). Segundo Dilma, as falas do Senador tem sido mentirosas e que era necessário provas para acusar alguém. #Lula #Dilma Rousseff