E o noticiário político continua bem movimentado nesta quinta-feira, 05 de maio. O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu rejeitar a defesa da presidente Dilma Rousseff, que pedia que as provas contra a ação que pode cassar seu mandato eleitoral tivesse uma limitação de provas. A petista ainda que essas provas não fossem periciadas pelo Tribunal. O processo no Tribunal Superior Eleitoral pode cassar o mandato não só de Dilma, mas também do vice-presidente da república, Michel Temer.  A votação contra a companheira política do ex-presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva foi "relâmpago", já que os Ministros da corte não discutirem nem a pertinência da questão.

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Por unanimidade, eles disseram que essa solicitação não poderia ser feita na atual fase do processo. A cassação do mandato de Dilma está no TSE sendo discutida desde a reeleição dela, que assumiu novo mandato em janeiro de 2015. 

Entre as provas que a defesa de Dilma queria tirar das mãos do Tribunal estão algumas referentes a maior investigação criminal envolvendo corrupção no Brasil, a Lava Jato. Durante uma das etapas da operação, o ex-marqueteiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Santana, acabou sendo preso. Dilma queria ainda que os técnicos do TSE não analisassem as contas de sua campanha pela reeleição. A petista argumentou que o próprio tribunal já havia rejeitado suas contas no ano passado. Para o TSE, o questionamento da defesa da presidente pode ser feito no final do processo contra ela e o vice Temer, quando será feito o julgamento do mérito da questão.

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Outros representantes do tribunal também criticaram a defesa da petista. 

Se por um lado Dilma teve uma derrota no TSE, ela teve uma vitória no Supremo Tribunal Federal (STF), que mais cedo decidiu afastar o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB do Rio de Janeiro) de suas funções. A decisão ainda é liminar e pode ter um recurso de Cunha, o qual aliados já garantiram que tentará voltar para a cadeira de presidente da Câmara. Cunha é considerado algoz de Dilma, por ter aberto e presidido a comissão que decidiu o prosseguimento de seu #Impeachment. #Dilma Rousseff #Crise-de-governo