Dilma mal descansou após ser afastada da presidência da república e já está causando polêmica. Com todas as regalias de quando estava em pleno exercício de seu mandato, a petista convocou os militantes do PT para se mobilizarem e se unirem contra o #Impeachment, chamado pelos esquerdistas de pouco conhecimento jurídico como 'golpe'.

Quase na mesma hora que Dilma divulgou a convocação em sua página oficial do Facebook, Lula publicou uma foto abraçado com a petista e criou um 'acontecimento' na rede social sob o nome de 'A luta continua'. Nessa sexta-feira, alguns grupos apoiadores do governo do PT pretendem ir às ruas pedir a volta de Dilma, com a esperança que alguém os ouça e decida satisfazê-los.

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Durante seu pronunciamento em frente ao Palácio do Planalto, Dilma voltou a dizer que é vitima de um golpe e acusou Eduardo Cunha de ter o começado por 'vingança'. Se não assistiu ainda, segue abaixo o vídeo completo:

Mesmo que haja mobilização voluntária e significativa, o que é pouco provável em ambos os casos, nada deve interferir na decisão final do Senado, que tem autonomia para dar continuidade aos trabalhos da Casa sem precisar acatar qualquer pressão popular, principalmente nesse caso.

A partir de agora abri-se a fase de julgamento do impeachment e após apresentadas e analisadas todas as provas, além das discussões necessárias em respeito aos princípios processuais, o Senado agendará uma nova votação par definir de uma vez o destino da petista. A deliberação deve acontecer até setembro, mês em que o presidente do STF encerra o seu mandato.

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Perigo das manifestações

O problema não é que haja manifestações em apoio à #Dilma Rousseff. O temor é que haja prejuízo em propriedades e bens privados e públicos, bem como ocorram ondas de violência pelo país, pois sempre que há eventos com militantes do PT, ocorrem tumultos desnecessários e violência.

Isso se dá, principalmente, ao fato dos manifestos petistas serem constituídos, majoritariamente, de grupos chamados de 'movimentos sociais', como MST, CUT, UNE, MTST, entre outros. Tais movimentos são popularmente conhecidos por usarem da força e do grito (e às vezes o cuspe) para serem ouvidos ou atendidos em alguma 'reivindicação'.

Independentemente do que os manifestantes vermelhos pretendem fazer para evitar o impeachment de Dilma, só há duas coisas certas que podem de fato realizar: aconselhar a petista a renunciar ou aproveitar que o choro é livre e usá-lo sem remorsos, pois quando começar a ser cobrado, muito militante do tipo 'social', terá dificuldades para pagá-lo. #Protestos no Brasil