A oposição no Senado já faz as contas de como serão as próximas votações no Congresso sobre o #Impeachment. No próximo dia 11, os opositores da presidente Dilma Rousseff estimam que a votação do impedimento da terá 57 votos favoráveis à admissibilidade do processo. Lembrando que para o afastamento passar pelo pleito são necessários, no mínimo, 41 Senadores dos 81 existentes na casa. Aprovado o relatório, a companheira política do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva é afastada do cargo para preparar defesa dos crimes a que é acusada no processo, que terá após essa fase 180 dias para ser julgado.

Para a votação que julga a deposição de fato, que deve ocorrer apenas daqui a alguns meses, os números são ainda maiores.

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A oposição espera um vitória ainda mais otimista, com 60 votos. Para que Dilma seja retirada do seu cargo, nessa última fase, são necessários pelo menos 54 votos, menos até do que o número que a oposição diz ter. As informações desses números ditos anteriormente foram dadas pelo colunista Claudio Humberto, do site Diário do Poder em nota publicada neste sábado, 07.

O jornal O Estado de São Paulo, que frequentemente entrevista os congressistas para saber a opinião e os votos deles, dá números um pouco menos otimistas, mas deixa em aberto muitos votos. Ao jornal paulista, 50 Senadores confirmaram que votaram pelo afastamento da presidente da república, enquanto outros 20 disseram que serão contra a admissibilidade do fato de Dilma ser retirada preventivamente de suas funções. Outros 11 não anunciaram de que lado vão ficar.

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Nessa primeira fase, o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB de Alagas, já avisou que não vai votar. Que só exercerá o poder de voto em um improvável empate. Já para a segunda e mais importante fase, ele ainda não disse qual será a sua decisão, até porque o afastamento sequer foi aprovado. A previsão é que a votação do Senado dure até 24 horas, em uma das sessões mais longas da história. Cada Senador terá até 15 minutos para argumentar o eu voto.  #Dilma Rousseff