No dia 11 de maio, o Senado decidirá se a presidente Dilma Rousseff será ou não afastada do poder. Muita gente se pergunta como será a vida da líder petista enquanto estiver afastada, caso o Senado assim aprove. Até porque, mesmo longe de suas funções, oficialmente, Dilma continua sendo presidente, com foro privilegiado e tudo. Ela passa a receber metade do seu salário e tem direito a ficar no Palácio da Alvorada, residência oficial da presidências. Demais itens não são tão claros. De acordo com o jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, a presidente tenta negociar uma saída com grande pompa do governo.

O objetivo dela com isso seria provocar o menor dano possível à sua imagem, a Partido dos Trabalhadores (PT) e ao  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que nas pesquisas eleitorais aparece na frente dos demais candidatos.

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Segundo o colunista do 'Diário do Poder', Dilma teria instruído seus principais Ministros, Jaques Wagner e Ricardo Berzoini, a darem certeza de que ela continuará no Palácio do Planalto com os mesmos "mimos" de antes. Ai inclui-se um forte esquema de segurança e até jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB). Além disso, Dilma quer ter direito a dinheiro para pagar sua equipe de assessores. 

Especula-se que após o #Impeachment passar nessa fase no Senado, Dilma percorrerá todo o Brasil com os jatinhos da FAB em uma espécie de propaganda política, servindo já para as próximas eleições. Existe também a expectativa para que os dados do governo piorem nos próximos meses por conta do legado de Rousseff e que a presidente use isso a seu favor, dizendo que quiseram pegar o poder para não fazer nada de mudança, assim como haviam prometido. 

De acordo com o 'Diário do Poder', o presidente do Senado Renan Calheiros, teria conversado com o Senador Aécio Neves, eleito pelo PSDB de Minas Gerais, sobre a saída "honrosa" de Dilma.

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Ele não teria se oposto à situação, mas desde que isso não custe ainda mais para os cofres públicos. A presidente pretende também fazer viagens internacionais para falar do "golpe", visitando parceiros de esquerda, como a Venezuela.  #Dilma Rousseff #Crise-de-governo