Nesta terça-feira, 11, o jornal 'O Estado de São Paulo' publicou um duro editorial contra a presidente Dilma Rousseff. Segundo a publicação, a petista está tentando desesperadamente procrastinar o seu mandato e com isso, perdendo o mínimo de dignidade que ainda tem. Já em seu final, a tática da petista para o jornal terá um duro sabor, o do esquecimento histórico. "É hora de #Dilma Rousseff começar a se preparar para o destino que o Brasil lhe reserva: o esquecimento", diz o jornal paulista, que ainda lembra que todo o processo de impeachment, que teve seu início ainda no ano passado, teve ações legais, baseadas na constituição, e, portanto, não podem ser chamados de "golpe".

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A expressão foi muito utilizada pela defesa de Rousseff aqui no país e também no exterior. Em Nova York, nos Estados Unidos, por exemplo, a líder política chegou a dizer que poderia pedir sanções de entidades comerciais internacionais contra o Brasil, citando a Unasul e o Mercosul. 

O editorial foi publicado antes mesmo da definição no Senado se Dilma seria ou não afastada, argumentando que isso já era mais do que certo. O Estadão entrevistou os Congressistas antes da votação, que antes do pleito já eram mais do que necessários para que o afastamento fosse aprovado. O jornal lembra que a base do #Impeachment, as "pedaladas fiscais", realmente configuram o crime de responsabilidade. Portanto, baseado na constituição, um crime tipificado desta forma pode levar a deposição, o que o Estadão acredita que será o futuro de Dilma.

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O Estado de São Paulo diz ainda que a gestão de Dilma levou que ela sofresse uma repulsa de grande parte dos brasileiros e que seus seguidores diminuem a cada dia. 

Em outro ponto, a publicação acusa a presidente de tentar maquiar informações oficiais através de decretos, fazendo assim que o país entrasse em um processo de falência. Acusa também ela e o seu partido, o PT (Partido dos Trabalhadores), de estarem mais preocupados em "incendiar o país", usando assim uma expressão que ficou famosa nos atos partidários da legenda e de movimentos sociais, que prometeram não dar paz à nação caso o impedimento fosse aprovado.  #Lula