O Brasil está sendo, atualmente, alvo de atenção mundial por causa do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Nesta semana, porém, outro assunto relativo ao país tem ganhado espaço na mídia internacional, que é a inauguração do primeiro parque do mundo com temática sexual, a ser inaugurado em 2018 em Piracicaba, interior de São Paulo. A matéria já foi abordada até pelo "The New York Times", em sua página virtual.

Trata-se da Erotikaland, ou “Disney do sexo”, como definem os seus idealizadores Mauro Morata e Paulo Meirelles, em parceria com Evaldo Shiroma. Entre as atrações que irão fazer parte do parque, estão incluídos trem fantasma erótico, roda gigante privê, motel, museu erótico, lanchonetes, cinema 7D com poltronas vibratórias, sex shop, piscina de nudismo e restaurantes, entre outras coisas.

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O terreno onde o parque será construído, com uma área de 150 mil metros quadrados, já foi adquirido pelos empresários, mas sua localização exata ainda não foi divulgada para não “atrair muita curiosidade”.

Regras e cuidados

Mesmo se tratando de uma atração com temática adulta, Mauro Morata afirma que o parque contará com algumas regras, para o projeto não “virar bagunça”. Para tanto, antes de entrar na Erotikland, os visitantes serão levados a um sala onde será explicado o que é ou não permitido fazer - por exemplo, relações sexuais só serão permitidas no motel a ser construído no local. “Não é pra ir freiras, mas também não vai ser uma Sodoma e Gomorra", afirmou o empresário.

Morata declarou ainda que o parque será patrulhado por seguranças, e haverá uma preocupação especial com a higiene e a discrição.

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Algumas atrações, como a roda gigante privê (com cabines onde não será possível enxergar o que acontece em seu interior), contará com materiais descartáveis que podem ser substituídos, e a piscina de nudismo ficará em uma área protegida, fechada.

Protestos

Por se tratar de um empreendimento com uma temática polêmica, a Erotikland já tem sido alvo de críticas. Matheus Erler, membro do Partido Socialista Cristão (PSC), e líder do Conselho Municipal de Piracicaba, não vê a atração com bons olhos, e afirmou que não gostaria que Piracicaba se tornasse conhecida como a “capital do sexo”.

Assista a um vídeo da mídia internacional sobre o assunto:

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