No "Caso Castelo", quatro amigas foram estupradas e uma delas veio a falecer devido às agressões sofridas. O suspeito está detido na Casa de Detenção Provisória de Altos, Norte do Piauí. O #Crime aconteceu em maio de 2015 e até hoje segue sem ninguém ter sido punido. Adão José Silva Sousa, de 42 anos, está preso e alegando inocência. O homem está há mais de 360 dias nesta situação, sem ser julgado e sem receber a visita de um defensor público.

Adão está isolado em uma cela para não correr risco de ser morto pelos outros prisioneiros. Ele já cumpriu pena por tráfico de drogas e por porte ilegal de arma, mas garante que não é capaz de cometer uma barbaridade como essa.

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Quatro adolescentes já foram julgados e condenados à medidas socioeducativas.

As quatro meninas estavam no Morro do Garrote, ponto turístico muito visitado e elas foram jogadas lá do alto, caindo por cerca de 10 metros de altura.

Em sua defesa, Adão conta que no dia do estupro ele estava em outra cidade, a 100 quilômetros do local e revelou que estava lá porque atirou em um gerente de posto de combustível durante um assalto.

No entanto, a polícia alega que encontrou na residência do suspeito uma bermuda com sangue e esperma e testes de DNA comprovaram que ele é mesmo o culpado. Algumas testemunhas disseram ter visto o homem em Castelo algumas horas antes do crime acontecer.

Preso, ele nega o estupro e reconhece já ter cometido outros crimes, além de ser usuário de drogas e até vendeu entorpecentes na região, inclusive já tendo vendido maconha para jovens que foram acusados de terem praticado o crime.

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Na próxima segunda-feira, dia 30 de maio, será o julgamento final dos acusados de estuprar, matar e também queimar as quatro garotas de Castelo. Um dos menores já foi morto dentro do presídio. Porém, neste julgamento será apenas para os menores e acontece a partir das 10 horas.

As meninas tinham idade entre 14 e 17 anos e após serem estupradas e espancadas, foram jogadas de um penhasco.

E enquanto este caso vai se arrastando por praticamente um ano sem solução, o Brasil se comove com mais um caso de estupro coletivo e a polícia do Rio de Janeiro tenta descobrir os 33 homens acusados de violentarem uma garota de 16 anos. #Casos de polícia