Ao que tudo indica o estupro coletivo no Rio de Janeiro, onde uma jovem de 16 anos afirma que foi violentada por mais de 30 homens, ainda vai gerar muita polêmica.

Dois suspeitos de participação no estupro coletivo que aconteceu no Morro do Barão, na Praça Seca, no Rio, foram presos na tarde desta segunda-feira (30).

A Polícia Civil, em entrevista coletiva afirmou que não existe dúvidas que a menina de 16 anos foi estuprada.

E informou que agora as investigações estão voltadas para a identificação de todos que participaram do #Crime.

Segundo o portal de notícias do jornal O Globo, Lucas Perdomo Duarte, jogador de futebol e suposto namorado da vítima, foi detido em um restaurante no centro do Rio de Janeiro.

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Raí de Souza, de 22 anos, procurou a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (Dcav) e se entregou.

Raí afirma que adolescente voltou na favela e que ainda ficou de 'safadeza' por lá

Raí concedeu uma entrevista ao jornal O Globo, onde afirmou que não participou do estupro e disse que depois a gravação do vídeo, a garota voltou na comunidade e disse que estava de 'boa'.

Ele disse ainda que ela sabia que as imagens foram feitas, porém que a única coisa que deixou ela triste foi ter perdido o celular.

Saibam de mais detalhes da entrevista aqui

Segundo Raí, ele e o Lucas e uma outra garota, foram para o 'abatedouro'. Que ao chegar lá a adolescente de 16 anos estava consciente, tanto que pediu para ele buscar camisinha.

Raí afirmou que buscou o preservativo, que eles mantiveram relação sexual consentida.

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Ele afirma que a jovem não quis ir embora e permaneceu na casa.

O suspeito disse que ficou preocupado com a jovem e voltou ao local para saber como ela estava. Chegando lá encontrou Jefinho (Jefferson), gravando o vídeo. Raí conta que ele apenas riu, por isso nem a voz dele aparece na gravação.

Na entrevista ele ainda afirma que a jovem de 16 anos, voltou na comunidade dois dias depois da gravação do vídeo. Segundo Raí, ele a perguntou se já tinha visto o vídeo rolando na internet, a jovem teria dito que sim, mas que estava tranquilo, e que ela só estava triste e chorando porque perdeu o celular que a mãe ainda estava pagando.

Raí, se diz revoltado, porque a jovem teria voltado para o mesmo local e ficado de 'safadeza' por lá. Ele ainda questiona , "ela alegar que foi estuprada e volta para favela por causa do celular? Depois de estuprada por 33? Volta ao local e continua fazendo várias sacanagens como se não tivesse acontecido nada".

Ele fala que na casa nem cabe 33 homens, que é mentira da garota. E que os ativistas depois que tiveram acesso ao vídeo, inventaram esta história de "estupro coletivo que nem aconteceu". #Investigação Criminal #Casos de polícia