A senadora Marta Suplicy, eleita do PMDB de São Paulo, foi novamente vaiada durante um discurso  realizado em São Paulo. O episódio ocorreu neste domingo, 1º de maio, quando é comemorado o Dia do Trabalhador. Marta subiu no Palanque da Força Sindical, montado na Praça Campo de Bagatelli. Bastou ela aparecer, para milhares de pessoas a vaiarem. Para quem não lembra, até o ano passado, Marta era filiada pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Ela fez forte campanha para o ex-presidente da república Luiz Inácio #Lula da Silva e também para Dilma Rousseff. Para muita gente, ela ainda representa a legenda petista.

Atualmente peemedebista, Suplicy é um das pré-candidatas à prefeitura de São Paulo, atualmente governada pelo petista Fernando Haddad.

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Não é a primeira vez que a Senadora recebe vais ao participar de um evento político. No dia 13 de março, ela foi à Avenida Paulista, onde acontecia um protesto contra Dilma e a favor do seu processo de #Impeachment. Dessa vez, assim que Paulinho da Força chamou a Senadora, o povo começou a gritar contra ela. A provável candidata à prefeitura paulista teve então que recorrer a um discurso rápido. 

De acordo com a Senadora, o Brasil ainda tem jeito. Ela ainda chamou a medidas anunciadas por Dilma no Dia do Trabalhador de "desespero". A presidente disse que seu principal programa social, o Bolsa Família, teria reajuste de 9%. O que também sofreu reajuste foi a tabela de imposto de renda, mudando em 5%. O desgaste do imposto de renda já era de 72% por conta da Inflação e da falta de correção na tabela. 

Suplicy disse também que Michel Temer pode ser a luz no fim do túnel e que era momento do Brasil se unir.

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Ela falou ainda que a a votação do afastamento da presidente ocorreria daqui a dez dias e que coisas melhores devem vir no futuro. Ela não foi a única a discursar contra Rousseff no palco da Força Sindical, que teve show do cantor sertanejo Lucas Lucco. Diversos deputados da oposição também compareceram ao local, mas o principal nome continuou sendo Paulinho da Força.  #Dilma Rousseff