O Ministério da Defesa solicitou reforço de militares do exército, durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, que se iniciarão no mês de agosto e reunirão atletas, torcedores e demais profissionais envolvidos no evento, vindos do mundo todo.

O pedido foi feito pelo Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, durante uma reunião no Palácio Guanabara, entre o governador em exercício do Rio de Janeiro, o ministro da Defesa e o secretário Estadual de Segurança Pública.

Segundo o portal G1, o total de militares que serão deslocados para os jogos olímpicos ainda não foi definido e, de acordo com Beltrame, a Polícia Militar desenvolve um levantamento das vias e também das áreas nas proximidades dos locais que abrigarão competições e que poderiam ter patrulha do Exército.

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O secretário sugeriu que o reforço fosse na Avenida Brasil, Transolímpica, vias expressas ou corredores perto da Barra. Os lugares estão sendo alvos de estudos da Polícia Militar, que seria liberada para tomar conta dos cidadãos, turistas e segurança pública com o auxílio do Exército.

Recentemente, bombeiros e fuzileiros simularam um ato terrorista em Paulínia, cidade que fica no interior do estado de São Paulo. Na ocasião, os profissionais participaram de dois cenários, sendo que, em um deles, jogadores de futebol foram surpreendidos durante uma partida por terroristas armados. No segundo ato, um caminhão tanque explodiu próximo a um local bastante populoso da cidade.

Diretor da Suatrans, empresa que é especialista em ações com produtos químicos, César Turriele avaliou como positivo o resultado do treinamento, já que conseguiram integrar todas as forças de acordo com os protocolos que foram previamente estabelecidos. 

Ainda sobre a questão de segurança no mês de agosto por conta da Olimpíada, Michel Temer, assim que assumiu como presidente, enquanto Dilma Rousseff fica 180 dias afastada, como parte do processo de impeachment, se reuniu com os ministros escolhidos para sua gestão e os mesmos fizeram questão de deixar claro que as mudanças na política não afetarão o evento. #Rio2016