O caso do estupro coletivo acontecido recentemente chocou o país e é o assunto mais comentado nas redes sociais. Mais de 30 homens teriam dopado e estuprado uma menina de 16 anos e ainda gravaram um vídeo e divulgaram no Twitter, mostrando as partes íntimas da jovem enquanto zombavam dela. A barbárie causou comoção em todos e os protestos desde então não param, pedindo o fim dos estupros no país.

Apesar das muitas manifestações e das autoridades dizerem que serão mais rigorosas com estes crimes, os estupros continuam acontecendo e um dos mais chocantes aconteceu neste último sábado (28) em Natal, Rio Grande do Norte. Um homem violentou barbaramente uma menina de 16 anos e que está grávida de 8 meses.

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Todo mundo sabe que nesta fase da gestação os cuidados com a futura mamãe precisam ser redobrados, pois a criança já está entrando na etapa final para seu nascimento, ainda mais quando a grávida se trata de uma garota de apenas 16 anos, é preciso tomar ainda mais cuidado. No entanto, esta jovem foi violentada e justamente por alguém que era considerado como um grande amigo.

A Polícia Militar de Natal informou que na quinta-feira, dia 26 de maio, no feriado de Corpus Christi, na região metropolitana da capital do Rio Grande do Norte, a vítima pediu carona ao amigo que estava de moto e eles foram em direção à casa da jovem, só que no caminho ele se desviou do caminho e foi para um imóvel abandonado, onde arrastou a garota para dentro da casa e a violentou.

Todos estão bastante comovidos e não se tem notícias até o momento sobre o estado de saúde da garota e do bebê.

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O estuprador já foi localizado e preso, porém está sendo mantido sofre forte vigilância, pois a população local e até os outros presos estão revoltados com o #Crime absurdo.

Enquanto isto, no Rio de Janeiro, os 33 homens acusados de estuprarem a jovem também de 16 anos continuam livres. Alguns deles já foram identificados pela polícia e até já prestaram depoimento, no entanto nenhum deles foi preso, o que tem gerado revolta nas redes sociais. Os usuários pedem que a justiça seja feita, mas o delegado responsável pelo caso informou que nem sabe ainda se de fato houve o estupro coletivo. #Violência #Casos de polícia