Desde que o vídeo mostrando uma garota sendo estuprada por dezenas de jovens que o assunto tomou conta das redes sociais, emissoras de TV e conversas em geral. O caso traz indignação e muitas perguntas seguem sem resposta. A polícia já deu início às investigações, alguns dos que participaram do #Crime já foram descobertos, prestaram depoimento, mas não foram presos.

A vida da garota mudou totalmente e ela não tem mais sossego por causa do assédio da mídia e também das pessoas que estavam enviando mensagens para ela através de seu perfil no Facebook, sendo que algumas apostavam frases de apoio, enquanto outras deixavam duras críticas. Mas agora a adolescente poderá ter um pouco mais de sossego, pois ela entrou no programa de proteção e foi encaminhada para um local sigiloso, evitando assim que fique ainda mais exposta.

Publicidade
Publicidade

Agora que está no "Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes ameaçados de Morte", espera-se que a vítima do estupro coletivo tenha um pouco de paz e consiga se recuperar da #Violência sofrida. A garota não está mais em sua residência e fica livre dos jornalistas que insistiam em uma entrevista coletiva. Aliás, antes de ser levada para um local sigiloso, ela deu entrevista para o SBT, Record e também para a Rede Globo.

Cristina Bento, titular da DCAV - Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente Vítima, é a nova delegada responsável pelo caso. Ela já deu início à análise de todo inquérito e informou que esta providência foi tomada para garantir a segurança da jovem.

A família da jovem já dispensou a advogada que vinha tomando conta do caso. Eloísa Samy Santiago não é mais a advogada da garota.

Publicidade

Ela informou que a avó da jovem enviou uma mensagem em áudio através do WhatsApp agradecendo todo serviço prestado, mas dispensou seus serviços a partir deste domingo (29), já que agora quem fica responsável pela vítima é a Secretaria de Direitos Humanos do Estado.

Agora é a Delegacia da Criança e Adolescente Vítima que vai coordenar a investigação do estupro coletivo e o motivo teria sido o "desgaste" do delegado Alessandro Thiers, que já avisou que até o momento não tem como afirmar que o estupro realmente aconteceu. #Casos de polícia