A advogada e professora de direito da USP, Janaína Paschoal, foi uma das mãos que ajudou a escrever o processo de #Impeachment contra a presidente da república Dilma Rousseff. Recentemente, ela fez uma forte acusação contra o governo da petista na Comissão do Impeachment, chegando a chorar ao exibir um exemplar da constituição brasileira. Paschoal ainda concluiu mais uma vez que a companheira de Luiz Inácio Lula da Silva realmente cometeu os crimes de responsabilidade fiscal os quais ela é acusada. Ela chegou a dizer que a petista cometeu falsidade ideológica. Mas engana-se quem pensa que ela está feliz apenas com a saída de Dilma do governo.

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Antes mesmo do afastamento da presidente ser confirmado, Janaína já pede coragem ao vice Temer. 

Em uma carta aberta ao jornal 'Folha de São Paulo', a advogada que pode derrubar uma presidente da república, questiona o suposto plano ministerial do peemedebista Michel Temer.  Ela disse que leu na imprensa as notícias sobre o assunto e que está muito preocupada. Segundo a advogada, o estado precisa ser diminuído e o número de ministérios também. Ela pede que isso seja feita imediatamente, pois o povo "não aguenta mais" ter que custear tanta coisa de forma inútil, insinuando que boa parte das pastar do governo não serve para absolutamente nada, a não ser custar mais dinheiro para os brasileiros. 

O vice até queria inicialmente cortar mais Ministérios, mas para conseguir apoio, ele pode fazer, no máximo, três cortes.

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Enquanto isso, o Partido dos Trabalhadores (PT), que passa a ser oposição com a saída da petista no governo, já quer colocar em prática uma lei que limite o número de Ministérios. A legenda não se preocupou com isso nos últimos quase 14 anos em que esteve no governo. A votação pelo afastamento de Dilma ocorre no Senado no próximo dia 11, quando para Rousseff é necessário ter menos de 41 votos a favor do impeachment para que ela continue no poder. Se o número for igual ou superior, ela tem até 48 horas para fazer a transição com Michel Temer.  #Dilma Rousseff