A história da adolescente da Zona Oeste carioca, estuprada por mais de 30 homens em uma casa de uma comunidade do Morro do Barrão, #Crime que assolou a população brasileira e repercutiu na imprensa internacional, está tomando proporções inimagináveis. A adolescente de apenas 16 anos, e mãe de uma criança de três, deu entrevista para alguns veículos de imprensa, como jornal O Globo e a revista Veja, contando um pouco sobre seu drama, e agora anunciou que estará também na próxima edição do Conexão Repórter com Roberto Cabrini, no SBT.

Por conta da divulgação da notícia e de todo o desenrolar da investigação para punir os culpados, o perfil da moça no Facebook ganhou mais de 100 mil seguidores nas últimas 24 horas.

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O link para a página não pode ser divulgado - por recomendação da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, que quer proteger a identidade e integridade da vítima -, porém milhares de pessoas já descobriram o caminho e estão divulgando o endereço pela rede social. 

Na página é possível notar que a jovem recebeu muitas mensagens de apoio, dizendo que o Brasil está do lado dela e que torcem para a sua recuperação. Porém, por conta de supostas fotos da jovem segurando armas e exibindo para a câmera, alguns internautas se revoltaram e estão xingando-a na rede social. As imagens  circulam na web junto com um áudio que supostamente seria dos traficantes que estupraram a adolescente carioca, junto a um vídeo.

No áudio, eles contam que ela não foi abusada, e sim, que marcou de ter relações sexuais com pessoas da "boca de fumo", local onde se instalam pessoas ligadas ao crime organizado da favela em que ela frequentava.

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Os bandidos dizem ainda que ela perdeu o celular e, com medo, falou que foi estuprada por mais de trinta homens. Ainda no áudio, as vozes dizem que a quantidade de pessoas foi um pedido da própria adolescente.

Ajuda e comoção

A história também comoveu o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que garantiu assistência psicológica à adolescente por meio da comissão de Direitos Humanos da Alerj, que ele preside. Michel Temer (PMDB), presidente em exercício, prometeu, ainda que com atraso, que irá pedir rigor da Polícia Federal (PF) em casos como esse.

Alguns internautas ficaram também indignados porque líderes religiosos evangélicos - sempre muito atentos à polêmicas -, não se manifestaram a respeito do estupro coletivo. #Investigação Criminal #Casos de polícia