Dirceu já é um velho conhecido da justiça no país. A sua primeira condenação se deu pelo crime de #Corrupção ativa. O ex-ministro já cumpria pena em regime domiciliar desde 2015 em Brasília, quando foi submetido à nova investigação, pois o seu nome, foi referenciado em depoimento relacionado à 17ª fase da Operação Lava Jato.

Até que se concluísse a análise dos fatos, Dirceu permaneceu preso na Polícia Federal no Paraná até a sentença, a qual deu origem à outra condenação. Desta vez, o petista vai responder por outra tipificação, ou seja, pelo crime de corrupção passiva. A decisão em primeira instância foi proferida pelo Juiz Federal Sérgio Moro, responsável pela condução da Operação Lava Jato, na 13ª Vara Federal, da Comarca de Curitiba (PR).

Como se não bastasse, José Dirceu reaparece citado de novo na mesma Operação.

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Entretanto, como seria possível? Agora, trata-se da 30ª fase da #Lava Jato, se necessário, uma nova ação processual irá compor o histórico criminal de Dirceu. Lembrando que, todos os procedimentos que garantam a integridade do acusado ou o réu serão respeitados conforme estabelece a Constituição Federal da República (CFR).

O que diz respeito aos depoimentos, esclarece que José Dirceu, teve seu nome mencionado novamente, está sendo acusado de te recebido a quantia de R$ 2,8 milhões em vantagens indevidas (propinas), pela participação em acordos de fornecimentos de tubos da Petrobrás. Isto é o que vêm sinalizando as investigações deflagradas reconhecidas pelo apelido de 'Vício', nome dado à 30ª fase da Operação Lava Jato.

Segundo declarações do Roberson Pozzobom (Procurador Federal), o petista apoderou-se de aproximadamente R$ 1,6 milhão originados de contratos da Apolos Tubulars com a Estatal.

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Ressalta ainda que, foi uma das maiores negociação por fração e decorrência da construtora fictícia com a fachada Credencial. Dirceu recebeu um percentual da propina, ainda quando respondia o processo do Mensalão.

Além disso, a advocacia Rocha Maia completou a quantia e repassou R$ 1,2 milhão á empresa do ex-ministro (JD Consultoria). Os recursos foram da empresa V&M do Brasil, porém, não há comprovação da participação dessa empresa ao esquema fraudulento.

Ainda em consonância com as investigações a força tarefa do Ministério Público, estuda a possibilidade do ex-diretor da Petrobrás Renato Duque ter participado de todo o esquema, também o compartilhamento de propinas com Dirceu.

Portanto, vamos aguardar cenas das próximas fases da maior Operação contra a corrução no país. Até porque, José Dirceu e Renato Duque encontram-se reclusos em alas do Complexo Médico Penal da cidade de Pinhais em Curitiba (PR), a espera de novas investigações se for necessário. Ainda para a ciência da cumulação das penas, Renato Duque, já ultrapassa mais de 50 anos e Dirceu também ainda segue computando. #PT