A garota de apenas 16 anos, estuprada por pelo menos 30 marginais em uma comunidade localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, esteve nesta quinta-feira (26) no Instituto Médico Legal e em seguida foi para o Hospital Souza Aguiar, onde realizou vários exames e também precisou tomar um coquetel de medicamentos.

Esse "coquetel" irá ajudá-la a evitar uma série de doenças sexualmente transmissíveis. A menina saiu de casa na sexta-feira e foi para a comunidade, para dormir na casa do namorado. Ela informou que só acordou no domingo e a polícia suspeita que o estupro coletivo ocorreu no sábado (21).

A avó da adolescente assistiu ao vídeo e ficou chocada.

Publicidade
Publicidade

A senhora disse que a neta teve um "apagão" enquanto era abusada por dezenas de homens: "Ela estava completamente desligada", confirmou a avó da vítima.

A senhora ainda informou que a garota tem muitas colegas na comunidade, entretanto nenhuma delas apareceu para ajudar. Um agente comunitário foi quem localizou a jovem violentada e a levou para a casa de sua família.

Desde os 13 anos que a garota vai para essa comunidade e costuma ficar vários dias sem dar notícias à família, mas isso nunca teria acontecido antes. A avó confirmou que a jovem é usuária de drogas desde os 12 anos, mas nunca sofreu nenhum tipo de abuso antes, pelo menos que ela tenha tomado conhecimento.

A garota vítima dos estupradores já tem um menino de 3 anos, que passa a maior parte do tempo com a família, principalmente quando ela vai para a comunidade e fica por lá vários dias.

Publicidade

A DRCI - Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática - já teve o depoimento da garota e agora irá pegar o depoimento de dois homens que chegaram a divulgar no Twitter o vídeo da jovem sendo estuprada. Esses usuários não tiveram a identidade revelada para não atrapalhar as investigações.

A Polícia Civil também já identificou pelo menos um dos estupradores e conta com a ajuda da população para que, por meio de denúncias, possa conseguir identificar e punir todos os homens envolvidos no estupro coletivo. #Crime #Internet #Casos de polícia