Durante visita no domingo (15) a um hospital público na cidade paranaense de Maringá, o ministro da Saúde em exercício, Ricardo Barros, comentou sobre a situação econômica do sistema público de Saúde. 

Segundo Barros, a crise fiscal do governo federal faz com que haja uma escassez de recursos e por isso seu principal esforço na gestão será honrar os pagamentos que já se encontram no orçamento. Caso isso se cumpra, Barros garante que será possível realizar os repasses, mas considera difícil que ocorra um aumento nos recursos.

O ministro também afirmou, em conversa com alguns gestores de saúde do município paranaense, que será necessário haver um bom aproveitamento nos gastos.

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Nesse âmbito, uma solução citada por Ricardo Barros foi a informatização do Sistema Único de Saúde (SUS) a fim de controlar melhor os gastos e evitar equívocos.

Antes de assumir o cargo no governo interino, Barros foi responsável pela relatoria do Orçamento 2016 e causou polêmica ao sugerir um corte no Bolsa Família para que o governo conseguisse chegar ao superávit pretendido de 0,7%. Pela discordância do governo em relação à proposta de redução no programa social, que totalizaria R$ 10 bilhões, a aprovação do relatório ocorreu sem o corte proposto pelo atual ministro da Saúde. #sistema de saúde #Crise no Brasil