Num possível governo #Michel Temer, o secretário de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, pode ser o ministro da Justiça. Moraes criticou, nesta terça-feira (10), os atos praticados pelos manifestantes a favor da presidente Dilma Rousseff. São "atos de guerrilha" disse Moraes.

A polícia está investigando quem são os responsáveis por toda essa baderna. O secretário de Segurança comentou que esses atos não foram manifestações e sim atitudes para causar desordem nas cidades e rodovias. Os bagunceiros serão identificados, pois colocaram em risco a vida das pessoas, como por exemplo, a queima de pneus na avenida 23 de maio.

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A Frente Brasil Popular, movimento que liderou as manifestações de hoje (10), é formada por 65 entidades sindicais, como MST, CUT, estudantes e movimentos sociais. Eles bloquearam vias e causaram transtornos na cidade de São Paulo. De acordo com Moraes, a polícia agiu rápido, numa operação que durou pouco mais de uma hora, desobstruindo vias interditadas. O secretário de Alckmin (PSDB) disse que esses movimentos são "fogo de palha", porque é realizado com um número pequeno de manifestantes e se eles vierem a ser violentos, serão tratados como criminosos e a polícia irá atuar com vigor.

Manifestações

Segundo a Central Única de Trabalhadores (CUT), essas manifestações são para lutar pela democracia e contra o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Os organizadores pretendem dar entrevistas e explicar os detalhes dos atos desta manhã.

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Cerca de 150 pessoas bloquearam a pista expressa na Marginal Tietê, sentido Castello Branco. A avenida 23 de maio foi bloqueada na altura da Praça da Bandeira. Foi colocado fogo em pneus para atrapalhar o trânsito e a cidade virou um verdadeiro caos. Também no sentido aeroporto de Guarulhos ocorreu um outro protesto que bloqueou totalmente a rodovia Helio Smidt. Segundo os líderes das manifestações, elas ocorreram em nove Estados, além da cidade de São Paulo. Na opinião do secretário de Segurança de São Paulo, essas manifestações tendem a perder forças nos próximos dias. #Impeachment #Protestos no Brasil