Após o caso chocante de uma menina de 16 anos que supostamente foi estuprada por mais de 30 homens, novas notícias de crimes parecidos ganharam a internet. Um deles gira em torno de outra adolescente. Aos 15 anos, ela apanhou e foi obrigada a ficar nua em plena rua. Quem agrediu e filmou toda a ação, depois publicada na internet, foram duas mulheres. De acordo com informações do G1 em reportagem publicada neste sábado, 28, duas mulheres foram presas acusadas de participar da tortura contra a menor de idade. No vídeo, a adolescente é puxada pelo cabelo no meio de uma favela. 

O #Crime aconteceu no mês passado e a garota humilhada agora pensa em se mudar do local, devido a vergonha que sente dos olhares dos vizinhos.

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A garota mora em uma casa humilde com o pai, a avó e uma tia. Os parentes da menina, no entanto, prometem fazer com que o caso não fique impune. A avó da menina revelou que irá recorrer à justiça, solicitando danos morais às mulheres que teriam batido na neta. As acusadas tem 22 e 23 anos. Uma é Antonia Raniele, a outra Lindineia Lopes.

O vídeo de mais de  quatro minutos mostra as duas xingando a menina. Em seguida, a adolescente é obrigada a ficar completamente nua. A punição teria ocorrido porque a menina supostamente teve um caso com o marido de uma delas, ainda quando tinha 13 anos. Relações com menores de 14 anos pela legislação brasileira são consideradas pedofilia. Ou seja, caso o relacionamento exista, além das mulheres, o marido de um delas também pode ser punido.

O homem que teve relações com a menor está preso por roubo de banco, mas pode  ter pena acrescentada de 8 a 15 anos.

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 Por enquanto, a família da jovem pretende não se mudar do local. A família sabia que a garota teve um caso com o homem de uma das mulheres do vídeo. De acordo com a avó, na época, o rapaz tinha 26 anos e escondeu que era casado. 

Outro caso, o envolvendo um estupro coletivo no Rio de Janeiro, ainda parece longe de ser concluído. Suspeitos ainda estão sendo identificados e chamados pela polícia.  #Investigação Criminal