Nesta terça-feira, 31, o Senador Aloysio Nunes, eleito pelo #PSDB de São Paulo, confirmou que será o homem que ajudará Michel Temer no Senado. Ele fará a liderança do #Governo no Congresso e já disse que fará tudo o que for possível para que o Partido dos Trabalhadores (PT) e a presidente afastada Dilma Rousseff não voltem nunca mais ao poder. O tucano publicou um vídeo na sua rede social com o seu primeiro discurso como líder de Temer.

Nesse vídeo, ele fala de argumentos para que o impeachment tenha continuidade e Rousseff seja deposta. Ainda não existe uma data definida para que seja realizada a votação contra a petista.

Publicidade
Publicidade

São necessário 54 Senadores para tornar a companheira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva inelegível por oito anos. A votação do dia 12 de maio, que escolheu pelo "afastamento" teve 55 votos, mas quatro Senadores preferiram não manifestar ou não puderão votar. 

Aloysio disse que aceitou ajudar Michel Temer no Congresso porque ali era importante para o presidente em exercício continuar definitivamente no governo. O Senador explicou que irá contribuir na melhor maneira possível para que haja um desfecho favorável ao Brasil do processo de impeachment. Durante o discurso, ele aproveitou para alfinetar a presidente afastada, chamando seu retorno de um mal muito grande para o país.  "Eu não quero que a Dilma volte. Eu não quero que o PT volte. Isso seria uma tragédia para o país e, para que possamos evitar esse grande mal, precisamos nos esforçar muito", explicou. 

O Senador tucano terá que convencer nomes que agora se dizem em dúvida como votar em relação ao impeachment.

Publicidade

Um deles é Romário Farias, do PSB do Rio de Janeiro. O ex-jogador de futebol confirmou que ainda é um dos indecisos em relação ao voto de deposição contra Dilma. Existe um medo que os problemas no início da gestão de Michel Temer possa criar uma reviravolta na política brasileira. Isso porque para que haja a deposição são necessários muitos votos, dois terços e mais um de todo o Congresso.  #Dilma Rousseff