Neste domingo, 1º de maio, todo o Brasil recebeu eventos pelo Dia do Trabalhador. Algumas centrais sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) disseram que o domingo de feriado também foi uma data de 'Greve Geral' em defesa da democracia e contra o #Impeachment da presidente da república Dilma Rousseff. Enquanto a CUT ocupava uma região de São Paulo, do outro lado estava a 'Força Sindical', outro grande sindicato. A diferença é que esse é a favor do impeachment. Diversos parlamentares da oposição estiveram no evento e Dilma, é claro, foi muito criticada. 

A Senadora Marta Suplicy, ex-Partido dos Trabalhadores, por exemplo, chegou a ser vaiada por uma multidão.

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No entanto, ao chamar as medidas de Dilma, que pretende aumentar o Bolsa Família e fazer um reajuste no Imposto de Renda, de desesperada, ela foi aplaudida. Segundo ela, mesmo previstas no Orçamento da União, as mudanças deveriam esperar a chegada do novo presidente. Marta contou também que não pretende fazer parte do governo de Michel Temer, mesmo tendo sido eleita pelo seu partido, o PMDB, em São Paulo.

Já Paulinho da Força chamou Dilma de vingativa e que ela não não consegue mais mobilizar ninguém, nem mesmo através de movimentos sociais. "O povo não acredita mais nela", disse ele. Paulinho lembrou ainda que o correto era o Imposto de Renda ser ajustado em 72% e não em 5%, como a imprensa noticiava antes mesmo do anúncio oficial da presidente. Além do imposto de renda, de acordo com a mídia, a presidente deve anunciar um reajuste entre 5 e 10% no Bolsa Família, corrigindo o programa social perto da inflação do último ano. 

Através de seu Facebook oficial, a presidente confirmou que falaria no palanque da CUT, mas até o fechamento desta reportagem, a fala ainda não havia acontecido.

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A participação do ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva foi cancelada, segundo a assessoria da Central Única dos Trabalhadores, porque o líder petista tinha ficado completamente sem voz. "Ele precisa se cuidar", tentaram explicar.  #Dilma Rousseff