A professora universitária Deborah Zanforlin, natural da região de Caruaru, em meio ao agreste pernambucano, é a responsável por criar um pequeno chip que permitirá um avanço importante na medicina atual. A criação da Dr. Zanforlin é capaz de detectar em torno de 18 tipos de tumores em fase inicial de desenvolvimento. O aparelho é capaz de detectar a doença através de um exame de sangue e a autópsia fica pronta em menos de 15 minutos.

A doutora embarcou no último dia 6 de abril para cidade de Stanford, na Califórnia (EUA), onde divulgou o aparelho no Congresso Mundial de BioSciKin, referente a categoria Life Science. A doutora explica que o aparelho denominado de biosensor é capaz de fazer um mapeamento completo dos tecidos sanguíneos, sendo capaz de detectar as células cancerígenas em estágio inicial do tumor.

Publicidade
Publicidade

Daqui para frente esse procedimento será fundamental para um melhor diagnóstico e aumentará muito as chances de curas em pacientes diagnosticados com a doença.

Outro fator considerado importante neste procedimento é que o aparelho não libera radiação após inserido no organismo do paciente. Além do mais, o sistema de operação para a realização dos exames é totalmente portátil. Sendo assim, poderá ser levado com agilidade para as pequenas cidades no interior onde a maioria dos exames são muito difíceis de serem realizados devido a falta de estrutura dos pequenos hospitais.

O aparelho permitirá que a maioria dos exames sejam feitos com melhor frequência, já que o maior intervalo para a realização dos exames é de seis meses. A doutora Debora não descartou a possibilidade de que sua invenção possa ser utilizada para realização de outros diagnósticos.

Publicidade

Em nota, a doutora cita que o aparelho possa ser utilizado para o tratamento de outras doenças em um futuro próximo. Por enquanto, a equipe de cientistas está focada na realização dos diagnósticos e tratamento contra o câncer. O principal objetivo do estudo foi apresentado na Califórnia no dia 7 de abril. A partir de agora, o estudo ajudará para que os pacientes deixem de enxergar a doença como a morte anunciada. #Entretenimento #Curiosidades