Logo após o anúncio do deputado Waldir Maranhão, do Partido Progressista e atual presidente interino da Câmara dos deputados, em anular a sessão do impeachment realizada no dia 17 de abril, quando 367 parlamentares escolheram em prosseguir com o documento para o Senado, um grupo de manifestantes invadiu a sede do governo federal, o Palácio do Planalto. De acordo com a cobertura do UOL atualizada às 14h no horário de Brasília, a ocupação estaria sendo realizada por militantes de movimentos sociais como o CMP (Central dos Movimentos Populares).

O CMP confirma a ocupação, que teve início durante uma cerimônia convocada pela presidente da república #Dilma Rousseff que anunciou a criação de novas universidades federais.

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Durante o pronunciamento de Dilma, ela pediu calma aos manifestantes e teve dificuldade de falar até mesmo sobre o pedido de Maranhão. Porém, após o evento, o grupo de aproximadamente cem pessoas anunciou a ocupação. De acordo com os próprios líderes do movimento, os militantes ficarão no Palácio do Planalto até que o processo de #Impeachment seja derrubado.

A ordem por enquanto é não retirar ninguém a força do local. Do lado de fora do Palácio do Planalto era possível ver bandeiras que estavam hasteadas dentro da construção, penduradas através das janelas da construção imponente desenhada por Oscar Niemeyer. Seguranças do Palácio, que cuidam para que Dilma fique bem, bloquearam a rampa que dá acesso à parte superior do salão nobre. É neste salão onde acontecem encontros importantes.

No domingo, 08, o blog político 'O Antagonista' trazia a informação de que movimentos sociais queriam mesmo é ocupar o Senado, tentando assim evitar a votação.

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Essa iniciativa pode perder o sentido agora que a votação no Congresso não é certa. No entanto, de acordo com a oposição, Renan Calheiros, que preside o Senado, não deve adiar ou mudar qualquer coisa a respeito da votação que pode terminar com o afastamento da presidente. Enquanto isso, outro grupo de parlamentares já falava em entrar com um processo para cassar o mandato de Maranhão.  #Lula